Mr. Burberry

PARABÉNS/ CONGRATULATIONS/ FÉLICITACION/ COMPLIMENTI/

GLUCKWUNSCHE/ GRATULEREN/ GRATLIS/ TILLYKKE/ FELICITACIONES

A BURBERRY E OS HOMENS DE TODO O MUNDO ESTÃO DE PARABÉNS! 

 

A marca inglesa que desde 1856, marca a diferença na moda do vestuário, primeiro masculino e nos últimos anos alargado à elegância feminina, acaba de surpreender o mundo com o seu novíssimo perfumante, lançado em todos os mercados mundiais no dia 4 de Abril de 2016.

Moda & Moda felicita a Burberry e todos os homens do planeta Terra, de todas as idades, por esta inovação dedicada aos mais nobres e mais altruístas.“Mr. Burberry é a fragrância masculina, mais importante, até agora.Inspirada no icónico “trench coat” da Burberry e em Londres, cidade de grandes contrastes, é uma fragrância tradicional, mas irreverente, elegante, sem ser clássica. Mr. Burberry capta, em absoluto, o espírito e a atitude que o actual homem Burberry reconhecerá como seu”.

 

O NOVO PERFUME MASCULINO

Inspirado no icónico “trench coat” preto, e em Londres, (como anteriormente escrevemos) a fragrância de Mr. Burberry eleva a essência da capital inglesa ao espírito tradicional “Sloane” modernizado.

 

O FRASCO

O frasco de Mr. Burberry é inspirado no celéberrimo “trench coat” (casaco de trincheira) encomendado, em 1895, a Thomas Burberry para os oficiais do Exército britânico, levando em conta os pormenores exclusivos. Mr. Burberry foi criado pelo Chief Creative - Chief Executive Officer da Burberry, Christopher Bailey, em colaboração com o conceituado perfumista Francis Kurkdjian.

 

MODA

Uma linha de produtos de cuidados masculinos e uma colecção de vestuário e acessórios serão lançados pela marca em conjunto com o perfume.Todos quanto vivem informados da vida actual já sabem que o padrão da Burberry, primeiro tecido macio, impermeável e chique foi aceite pelos elegantes ingleses e, muito naturalmente, pelos “fashionistas” do mundo. A marca que saíu da chuva para a moda do quotidiano de homens e mulheres, tem por imagem o xadrez mais famoso de Inglaterra, guardando um lugar especial entre a moda de lazer no campo e no mar, entre a aristocracia.A Burberry, desde a sua fundação por Thomas Burberry, em 1856, tinha S.A.R. a Rainha Vitória 37 anos (1819-1901), viveu várias e distintas etapas até se instalar em Londres, em 1891, sob a designação Thomas Burberry & Sons. em West End, cuja localização foi uma das suas grandes coroas de glória. Com efeito, a qualidade e o xadrez bege, vermelho, preto e branco, levaram em 1955, a que Sua Majestade a Rainha Isabel II de Inglaterra condecorasse a Burberry com a “Royal Warrant” pela importância alcançada pela marca no mercado mundial.

Na Moda & Moda, somos adeptos da Burberry. A minha primeira gabardina dessa marca, foi adquirida num Outubro, presente famíliar quando tinha 14 anos. E não é que nesse ano só choveu perto do Natal, aumentando a impaciência de quem tanto pretendia estrear aquele abrigo contra a chuva?

 

A NOVA FRAGRÂNCIA BURBERRY

“Uma estrutura contemporânea, mas também classicamente britânica, afragrância Mr. Burberry transmite uma sensualidade moderna e masculina”.

FRANCIS KURKDJIAN, PERFUMISTA

 

Mr. Burberry é uma Eau de Toilette sensual, amadeirada, que combina aromas clássicos da perfumaria britânica com ingredientes inesperados. A fragrância, contemporânea e sofisticada, contém notas frescas e cítricas de toranja, envolvidas numa base sedutora de vétiver e madeira “guaiac”.

 

NOTAS DE TOPO: TORANJA, ESTRAGÃO

E CARDAMOMO

Sensual e elegante com forte luminosidade, a essência de Mr. Burberry define o tom com notas vibrantes de toranja. Criando um halo de masculinidade que se liberta através da fragrância, a introdução do cardamomo contribui para a complexidade e sofisticação da “eau de toilette”.

 

NOTAS DE CORAÇÃO: FOLHAS DE BÉTULA, ÓLEO DE NOZ-MOSCADA E MADEIRA DE CEDRO

As notas de coração, profundas e vigorosas, envolvem Mr. Burberry e a sua estrutura clássica de “fougère” numa criação totalmente contemporânea.O acordo de folhas de bétula aquece a essência enquanto a madeira de cedro proporciona energia e equilíbrio às notas de topo mais vivas.

 

NOTAS DE BASE: VETIVER, MADEIRA DE GUAIAC

E SÂNDALO

A base leve e luminosa é uma celebração da “allure” vibrante do vétiver, que associado à madeira de “guaiac”, se transforma, gradualmente, em aromas fumados e sofisticados.Mr. Burberry capta a essência de Londres: uma cidade de contrastes. Tradicional, mas irreverente, elegante sem ser pretensioso, o novo perfumante concilia na perfeição o espírito e a atitude que o homem Burberry da actualidade reconhecerá como seu.

 

O FRASCO

O frasco é inspirado no icónico “trench coat” preto e nos detalhes exclusivos desta peça. Arrojada e masculina, a requintada tampa evoca os botões da icónica gabardine, enquanto o nó, feito à mão, com o tecido de gabardine no topo do frasco, celebra o textil inovador inventado por Thomas Burberry, há mais de100 anos…

 

LANÇAMENTO EM PORTUGAL

DATA: 4 Abril de 2016

COLECÇÃO

Mr. Burberry Eau De Toilette 100 mlMr. Burberry Eau De Toilette 50 mlMr. Burberry Eau De Toilette 30 mlMr. Burberry Desodorante em bastão de 75 gr. A CAMPANHAA campanha de Mr. Burberry foi fotografada em Londres pelo realizador britânico Steve McQueen, vencedor do Óscar ® e do prémio Turner, o qual contou com a colaboração do músico e actor britânico Josh Whitehouse e da modelo e actriz britânica Amber Anderson.A banda sonora desta campanha “I won ´t complain”, foi composta pelo cantor e compositor britânico Benjamin Clementine. Porque espera? Seja a primeira a comprar o frasco para o seu namorado ou marido ou seja o primeiro homem a adquirir a maior novidade perfumística de 2016.

 

Mr. Burberry já está à venda em todo o país.

 

Os nossos leitores merecem!

Hermès

Uma arte de viver

EAU DE NÉROLI DORÉ

EAU DE RHUBARBE ÉCARLATE

 

A aventura da Hermès teve o seu início em 1837, quando Thierry Hermès, artesão seleiro, abriu uma oficina em Paris. Presente na história da Hermès desde os Anos 30, o perfume evoluiu em harmonia com os outros ofícios da “Maison”.

Em 1951, a aventura olfactiva começou, verdadeiramente, com o Eau d’Hermès, criado por Edmond Roudnitska, um dos mais conceituados criadores de perfumes. Posteriormente, sucederam-se as criações de grandes nomes da perfumaria trazendo os seus contributos ao compromisso da Hermès na perfumaria, não só como artesão mas também como artista.

Em 2004, Jean-Claude Ellena torna-se o perfumista exclusivo da Maison. Assina novas páginas da história perfumada da Hermès. A sua abordagem livre alia-se à da Casa Hermès, ilustrando em cada criação um “know-how” que colocou o artesanato, a singularidade e uma rigorosa fantasia no seio da sua busca.

Em 2014, Christine Nagel, criadora e perfumista, junta-se à Hermès para imaginar as criações futuras. Nesse mesmo ano, a Hermès alarga o seu “know-how” do perfume à arte de viver o perfume de outra forma. A história do ofício enriquece-se com dois novos capítulos: Le Bain Hermès e Le Parfum de la maison. Com o Le Bain Hermès, os sabonetes, os géis, os leites e os bálsamos convidam a uma ronda dos sentidos, festiva e colorida, oferecendo uma experiência e rituais de perfumaria tão intensos e privilegiados como o gesto de se perfumar.Quanto ao Le Parfum de la maison, ele abre as portas de um espaço olfactivo no coração da nossa intimidade. Assim, a arte de viver o perfume Hermès invade cada canto e recanto do nosso mundo interior.

Na biblioteca dos perfumes Hermès, cada criação, cada objeto conta uma história, abre um imaginário.

Os Perfumes-Romances Narrativas povoadas por personagens e acontecimentos, os Perfumes-Romances desdobram o tempo na sua duração e vão buscar a sua inspiração ao património da Hermès. Assim, os “clássicos” Calèche, Amazone, Équipage e Bel Ami como os “novos romances” Eau des Merveilles, Terre d’Hermès, Voyage d’Hermès ou Jour d’Hermès contam cada um deles uma história singular, apresentando e partilhando o mundo imaginário da “Maison”.

Os Perfumes-Novelas Narrativas curtas, com um número limitado de personagens e acontecimentos, os Perfumes-Novelas – Jardins e Colónias – concentram o tempo à volta do momento. Passeios olfactivos, os Perfumes-Jardins esboçam uma geografia sensorial inspirada pelos temas anuais da Hermès. Expressões figurativas e generosas de um prazer simples, as Colónias fazem parte de um registo composto por instantâneos olfactivos.

Os Perfumes-Poemas Discretos e intensos como os haïkus, os Perfumes- Poemas reinventam uma natureza tão valiosa como insólita, sublimada pela escrita de um compositor em busca do inédito. Na coleção Hermessence, as matérias são mencionadas de forma direta, ao serviço de sensações ténues, de impressões indescritíveis…

Os Sonhos Escritas livres à imagem do vagueação do espírito, os Sonhos espalham as suas ideias por toda a casa, conversas entre o ar e a matéria que dialogam com o imaginário de cada um. Cinco Sonhos, sob a forma de taças-velas de três tamanhos, abrem a coleção: Des pas sur la neige, Fenêtre ouverte, Temps de pluie, Champ libre, À cheval !

 

EAU DE NÉROLI DORÉ

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na Maison Hermès a liberdade é um dos fermentos da criação. Ao escolher Jean-Claude Ellena como perfumista, em 2004, a Maison aliou-se a um espírito livre e a um contador de histórias. Para um perfumista, esta mistura de óleos essenciais e de álcool quase puro, esta estrutura simples e sincera com traços cítricos que

é a Colónia, é um exercício de estilo. Para a pessoa que se perfuma, é um prazer imediato, intenso, pessoal, mas também um desejo espontâneo de partilha, transversal a todas as idades. Com o Eau de néroli doré, a sua quinta criação na família das Colónias, Jean-Claude Ellena deixou falar a matéria assim como uma recordação da sua juventude mediterrânea. O néroli é uma essência extraída da flor de laranjeira, baptizada em homenagem à princesa de Nerola, uma princesa italiana do século XVII que perfumava as suas luvas com essa essência. “Quando me tornei perfumista”, conta Jean-Claude Ellena, “aprendi a destilar matérias, entre outras, a flor de laranjeira. Ao entrar nos alambiques, mergulhamos no odor, ficamos impregnados, transformamo-nos nele. Todo o meu ser cheirava esta flor de laranjeira. Para redescobrir esta sensação, e apesar de usarmos muito pouco o néroli nos perfumes, aqui usei-o em abundância, como nunca tinha usado.” E, em homenagem ao seu querido Mediterrâneo, à sua história, ao seu sol, às suas especiarias, apimentou este néroli doré com açafrão.

Frescura viva e envolvente Essencial Precioso Flor de laranjeira

Açafrão Sol mediterrâneo

 

 

EAU DE RHUBARBE ÉCARLATE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As Colónias Hermès contam sempre um diálogo, um jogo entre uma matéria e uma cor. Hoje em dia, a família das Colónias cresceu e a sua história ficou mais rica. Para Christine Nagel, criadora e perfumista da Maison, imaginar ou usar um perfume “é tocar no impalpável num gesto íntimo, é deixar vestígios que não mentem.” Com o Eau de rhubarbe écarlate, criou uma frescura inédita e audaz, mais vegetal do que hesperídea. Mais texturizada, mais marcada, oferece uma sensação nova que reaviva a lembrança de um pé de ruibarbo que vamos cheirar ao jardim antes de o colher. “Quando trabalhamos os caules de ruibarbo”, explica Christine Nagel, “quando reproduzimos gestos ancestrais e simples, o odor explode. Sempre adorei a dualidade do ruibarbo. É uma dualidade dupla: visual e olfactiva. A cor verde transforma-se em vermelho. Ácido e crocante, o seu odor torna-se suave, aveludado.” Como um pintor ou um escultor insiste no pormenor de um objeto para enaltecê-lo, Christine Nagel, como perfumista livre para brincar com a matéria, escolheu enaltecer algumas características olfactivas. Para o Eau de rhubarbe écarlate, quis um ruibarbo carnal e delicado, sublimado até se cheirar um almíscar branco refinado. Vivo, louco, o gesto de se vaporizar com ele difunde a frescura e transmite, diria mesmo, uma prova.

Frescura inédita Verde e vermelho Mordaz Crocante e doce Matéria em bruto Suavidade do ruibarbo cozido

 

Um universo de experiências perfumadas

Fruto de um diálogo entre sensibilidade artística e know-how artesanal, a Hermès afirma a sua própria interpretação do estilo Colónia com o Eau d’orange verte, Eau de pamplemousse rose, Eau de gentiane blanche, Eau de narcisse bleu, Eau de mandarine ambrée e, a partir de agora, com o Eau de néroli doré e Eau de rhubarbe écarlate.

 

Com vaporizador ou não, oferecem a sua vivacidade radiante e privilegiam a generosidade do gesto.

 

Eau de néroli doré

Frasco e vaporizador 200 ml Vaporizador 100 ml Vaporizador de viagem 15 ml (composto por quatro)

 

Eau de rhubarbe écarlate

Frasco e vaporizador 200 ml Vaporizador 100 ml Vaporizador de viagem 15 ml (composto por quatro)

 

Mousse cremosa, champô vivificante, bálsamo acariciante, gel tónico e sabonete suave. Com Le Bain Hermès, a casa de banho torna-se num lugar de emoções frescas e lúdicas.

EAU DE NÉROLI DORÉ

EAU DE RHUBARBE ÉCARLATE

 

A aventura da Hermès teve o seu início em 1837, quando Thierry Hermès, artesão seleiro, abriu uma oficina em Paris. Presente na história da Hermès desde os Anos 30, o perfume evoluiu em harmonia com os outros ofícios da “Maison”.

Em 1951, a aventura olfactiva começou, verdadeiramente, com o Eau d’Hermès, criado por Edmond Roudnitska, um dos mais conceituados criadores de perfumes. Posteriormente, sucederam-se as criações de grandes nomes da perfumaria trazendo os seus contributos ao compromisso da Hermès na perfumaria, não só como artesão mas também como artista.

Em 2004, Jean-Claude Ellena torna-se o perfumista exclusivo da Maison. Assina novas páginas da história perfumada da Hermès. A sua abordagem livre alia-se à da Casa Hermès, ilustrando em cada criação um “know-how” que colocou o artesanato, a singularidade e uma rigorosa fantasia no seio da sua busca.

Em 2014, Christine Nagel, criadora e perfumista, junta-se à Hermès para imaginar as criações futuras. Nesse mesmo ano, a Hermès alarga o seu “know-how” do perfume à arte de viver o perfume de outra forma. A história do ofício enriquece-se com dois novos capítulos: Le Bain Hermès e Le Parfum de la maison. Com o Le Bain Hermès, os sabonetes, os géis, os leites e os bálsamos convidam a uma ronda dos sentidos, festiva e colorida, oferecendo uma experiência e rituais de perfumaria tão intensos e privilegiados como o gesto de se perfumar.Quanto ao Le Parfum de la maison, ele abre as portas de um espaço olfactivo no coração da nossa intimidade. Assim, a arte de viver o perfume Hermès invade cada canto e recanto do nosso mundo interior.

Na biblioteca dos perfumes Hermès, cada criação, cada objeto conta uma história, abre um imaginário.

Os Perfumes-Romances Narrativas povoadas por personagens e acontecimentos, os Perfumes-Romances desdobram o tempo na sua duração e vão buscar a sua inspiração ao património da Hermès. Assim, os “clássicos” Calèche, Amazone, Équipage e Bel Ami como os “novos romances” Eau des Merveilles, Terre d’Hermès, Voyage d’Hermès ou Jour d’Hermès contam cada um deles uma história singular, apresentando e partilhando o mundo imaginário da “Maison”.

Os Perfumes-Novelas Narrativas curtas, com um número limitado de personagens e acontecimentos, os Perfumes-Novelas – Jardins e Colónias – concentram o tempo à volta do momento. Passeios olfactivos, os Perfumes-Jardins esboçam uma geografia sensorial inspirada pelos temas anuais da Hermès. Expressões figurativas e generosas de um prazer simples, as Colónias fazem parte de um registo composto por instantâneos olfactivos.

Os Perfumes-Poemas Discretos e intensos como os haïkus, os Perfumes- Poemas reinventam uma natureza tão valiosa como insólita, sublimada pela escrita de um compositor em busca do inédito. Na coleção Hermessence, as matérias são mencionadas de forma direta, ao serviço de sensações ténues, de impressões indescritíveis…

Os Sonhos Escritas livres à imagem do vagueação do espírito, os Sonhos espalham as suas ideias por toda a casa, conversas entre o ar e a matéria que dialogam com o imaginário de cada um. Cinco Sonhos, sob a forma de taças-velas de três tamanhos, abrem a coleção: Des pas sur la neige, Fenêtre ouverte, Temps de pluie, Champ libre, À cheval !

 

EAU DE NÉROLI DORÉ

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na Maison Hermès a liberdade é um dos fermentos da criação. Ao escolher Jean-Claude Ellena como perfumista, em 2004, a Maison aliou-se a um espírito livre e a um contador de histórias. Para um perfumista, esta mistura de óleos essenciais e de álcool quase puro, esta estrutura simples e sincera com traços cítricos que

é a Colónia, é um exercício de estilo. Para a pessoa que se perfuma, é um prazer imediato, intenso, pessoal, mas também um desejo espontâneo de partilha, transversal a todas as idades. Com o Eau de néroli doré, a sua quinta criação na família das Colónias, Jean-Claude Ellena deixou falar a matéria assim como uma recordação da sua juventude mediterrânea. O néroli é uma essência extraída da flor de laranjeira, baptizada em homenagem à princesa de Nerola, uma princesa italiana do século XVII que perfumava as suas luvas com essa essência. “Quando me tornei perfumista”, conta Jean-Claude Ellena, “aprendi a destilar matérias, entre outras, a flor de laranjeira. Ao entrar nos alambiques, mergulhamos no odor, ficamos impregnados, transformamo-nos nele. Todo o meu ser cheirava esta flor de laranjeira. Para redescobrir esta sensação, e apesar de usarmos muito pouco o néroli nos perfumes, aqui usei-o em abundância, como nunca tinha usado.” E, em homenagem ao seu querido Mediterrâneo, à sua história, ao seu sol, às suas especiarias, apimentou este néroli doré com açafrão.

Frescura viva e envolvente Essencial Precioso Flor de laranjeira

Açafrão Sol mediterrâneo

 

 

EAU DE RHUBARBE ÉCARLATE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As Colónias Hermès contam sempre um diálogo, um jogo entre uma matéria e uma cor. Hoje em dia, a família das Colónias cresceu e a sua história ficou mais rica. Para Christine Nagel, criadora e perfumista da Maison, imaginar ou usar um perfume “é tocar no impalpável num gesto íntimo, é deixar vestígios que não mentem.” Com o Eau de rhubarbe écarlate, criou uma frescura inédita e audaz, mais vegetal do que hesperídea. Mais texturizada, mais marcada, oferece uma sensação nova que reaviva a lembrança de um pé de ruibarbo que vamos cheirar ao jardim antes de o colher. “Quando trabalhamos os caules de ruibarbo”, explica Christine Nagel, “quando reproduzimos gestos ancestrais e simples, o odor explode. Sempre adorei a dualidade do ruibarbo. É uma dualidade dupla: visual e olfactiva. A cor verde transforma-se em vermelho. Ácido e crocante, o seu odor torna-se suave, aveludado.” Como um pintor ou um escultor insiste no pormenor de um objeto para enaltecê-lo, Christine Nagel, como perfumista livre para brincar com a matéria, escolheu enaltecer algumas características olfactivas. Para o Eau de rhubarbe écarlate, quis um ruibarbo carnal e delicado, sublimado até se cheirar um almíscar branco refinado. Vivo, louco, o gesto de se vaporizar com ele difunde a frescura e transmite, diria mesmo, uma prova.

Frescura inédita Verde e vermelho Mordaz Crocante e doce Matéria em bruto Suavidade do ruibarbo cozido

 

Um universo de experiências perfumadas

Fruto de um diálogo entre sensibilidade artística e know-how artesanal, a Hermès afirma a sua própria interpretação do estilo Colónia com o Eau d’orange verte, Eau de pamplemousse rose, Eau de gentiane blanche, Eau de narcisse bleu, Eau de mandarine ambrée e, a partir de agora, com o Eau de néroli doré e Eau de rhubarbe écarlate.

 

Com vaporizador ou não, oferecem a sua vivacidade radiante e privilegiam a generosidade do gesto.

 

Eau de néroli doré

Frasco e vaporizador 200 ml Vaporizador 100 ml Vaporizador de viagem 15 ml (composto por quatro)

 

Eau de rhubarbe écarlate

Frasco e vaporizador 200 ml Vaporizador 100 ml Vaporizador de viagem 15 ml (composto por quatro)

 

Mousse cremosa, champô vivificante, bálsamo acariciante, gel tónico e sabonete suave. Com Le Bain Hermès, a casa de banho torna-se num lugar de emoções frescas e lúdicas.

EAU DE NÉROLI DORÉ

EAU DE RHUBARBE ÉCARLATE

 

A aventura da Hermès teve o seu início em 1837, quando Thierry Hermès, artesão seleiro, abriu uma oficina em Paris. Presente na história da Hermès desde os Anos 30, o perfume evoluiu em harmonia com os outros ofícios da “Maison”.

Em 1951, a aventura olfactiva começou, verdadeiramente, com o Eau d’Hermès, criado por Edmond Roudnitska, um dos mais conceituados criadores de perfumes. Posteriormente, sucederam-se as criações de grandes nomes da perfumaria trazendo os seus contributos ao compromisso da Hermès na perfumaria, não só como artesão mas também como artista.

Em 2004, Jean-Claude Ellena torna-se o perfumista exclusivo da Maison. Assina novas páginas da história perfumada da Hermès. A sua abordagem livre alia-se à da Casa Hermès, ilustrando em cada criação um “know-how” que colocou o artesanato, a singularidade e uma rigorosa fantasia no seio da sua busca.

Em 2014, Christine Nagel, criadora e perfumista, junta-se à Hermès para imaginar as criações futuras. Nesse mesmo ano, a Hermès alarga o seu “know-how” do perfume à arte de viver o perfume de outra forma. A história do ofício enriquece-se com dois novos capítulos: Le Bain Hermès e Le Parfum de la maison. Com o Le Bain Hermès, os sabonetes, os géis, os leites e os bálsamos convidam a uma ronda dos sentidos, festiva e colorida, oferecendo uma experiência e rituais de perfumaria tão intensos e privilegiados como o gesto de se perfumar.Quanto ao Le Parfum de la maison, ele abre as portas de um espaço olfactivo no coração da nossa intimidade. Assim, a arte de viver o perfume Hermès invade cada canto e recanto do nosso mundo interior.

Na biblioteca dos perfumes Hermès, cada criação, cada objeto conta uma história, abre um imaginário.

Os Perfumes-Romances Narrativas povoadas por personagens e acontecimentos, os Perfumes-Romances desdobram o tempo na sua duração e vão buscar a sua inspiração ao património da Hermès. Assim, os “clássicos” Calèche, Amazone, Équipage e Bel Ami como os “novos romances” Eau des Merveilles, Terre d’Hermès, Voyage d’Hermès ou Jour d’Hermès contam cada um deles uma história singular, apresentando e partilhando o mundo imaginário da “Maison”.

Os Perfumes-Novelas Narrativas curtas, com um número limitado de personagens e acontecimentos, os Perfumes-Novelas – Jardins e Colónias – concentram o tempo à volta do momento. Passeios olfactivos, os Perfumes-Jardins esboçam uma geografia sensorial inspirada pelos temas anuais da Hermès. Expressões figurativas e generosas de um prazer simples, as Colónias fazem parte de um registo composto por instantâneos olfactivos.

Os Perfumes-Poemas Discretos e intensos como os haïkus, os Perfumes- Poemas reinventam uma natureza tão valiosa como insólita, sublimada pela escrita de um compositor em busca do inédito. Na coleção Hermessence, as matérias são mencionadas de forma direta, ao serviço de sensações ténues, de impressões indescritíveis…

Os Sonhos Escritas livres à imagem do vagueação do espírito, os Sonhos espalham as suas ideias por toda a casa, conversas entre o ar e a matéria que dialogam com o imaginário de cada um. Cinco Sonhos, sob a forma de taças-velas de três tamanhos, abrem a coleção: Des pas sur la neige, Fenêtre ouverte, Temps de pluie, Champ libre, À cheval !

 

EAU DE NÉROLI DORÉ

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na Maison Hermès a liberdade é um dos fermentos da criação. Ao escolher Jean-Claude Ellena como perfumista, em 2004, a Maison aliou-se a um espírito livre e a um contador de histórias. Para um perfumista, esta mistura de óleos essenciais e de álcool quase puro, esta estrutura simples e sincera com traços cítricos que

é a Colónia, é um exercício de estilo. Para a pessoa que se perfuma, é um prazer imediato, intenso, pessoal, mas também um desejo espontâneo de partilha, transversal a todas as idades. Com o Eau de néroli doré, a sua quinta criação na família das Colónias, Jean-Claude Ellena deixou falar a matéria assim como uma recordação da sua juventude mediterrânea. O néroli é uma essência extraída da flor de laranjeira, baptizada em homenagem à princesa de Nerola, uma princesa italiana do século XVII que perfumava as suas luvas com essa essência. “Quando me tornei perfumista”, conta Jean-Claude Ellena, “aprendi a destilar matérias, entre outras, a flor de laranjeira. Ao entrar nos alambiques, mergulhamos no odor, ficamos impregnados, transformamo-nos nele. Todo o meu ser cheirava esta flor de laranjeira. Para redescobrir esta sensação, e apesar de usarmos muito pouco o néroli nos perfumes, aqui usei-o em abundância, como nunca tinha usado.” E, em homenagem ao seu querido Mediterrâneo, à sua história, ao seu sol, às suas especiarias, apimentou este néroli doré com açafrão.

Frescura viva e envolvente Essencial Precioso Flor de laranjeira

Açafrão Sol mediterrâneo

 

 

EAU DE RHUBARBE ÉCARLATE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As Colónias Hermès contam sempre um diálogo, um jogo entre uma matéria e uma cor. Hoje em dia, a família das Colónias cresceu e a sua história ficou mais rica. Para Christine Nagel, criadora e perfumista da Maison, imaginar ou usar um perfume “é tocar no impalpável num gesto íntimo, é deixar vestígios que não mentem.” Com o Eau de rhubarbe écarlate, criou uma frescura inédita e audaz, mais vegetal do que hesperídea. Mais texturizada, mais marcada, oferece uma sensação nova que reaviva a lembrança de um pé de ruibarbo que vamos cheirar ao jardim antes de o colher. “Quando trabalhamos os caules de ruibarbo”, explica Christine Nagel, “quando reproduzimos gestos ancestrais e simples, o odor explode. Sempre adorei a dualidade do ruibarbo. É uma dualidade dupla: visual e olfactiva. A cor verde transforma-se em vermelho. Ácido e crocante, o seu odor torna-se suave, aveludado.” Como um pintor ou um escultor insiste no pormenor de um objeto para enaltecê-lo, Christine Nagel, como perfumista livre para brincar com a matéria, escolheu enaltecer algumas características olfactivas. Para o Eau de rhubarbe écarlate, quis um ruibarbo carnal e delicado, sublimado até se cheirar um almíscar branco refinado. Vivo, louco, o gesto de se vaporizar com ele difunde a frescura e transmite, diria mesmo, uma prova.

Frescura inédita Verde e vermelho Mordaz Crocante e doce Matéria em bruto Suavidade do ruibarbo cozido

 

Um universo de experiências perfumadas

Fruto de um diálogo entre sensibilidade artística e know-how artesanal, a Hermès afirma a sua própria interpretação do estilo Colónia com o Eau d’orange verte, Eau de pamplemousse rose, Eau de gentiane blanche, Eau de narcisse bleu, Eau de mandarine ambrée e, a partir de agora, com o Eau de néroli doré e Eau de rhubarbe écarlate.

 

Com vaporizador ou não, oferecem a sua vivacidade radiante e privilegiam a generosidade do gesto.

 

Eau de néroli doré

Frasco e vaporizador 200 ml Vaporizador 100 ml Vaporizador de viagem 15 ml (composto por quatro)

 

Eau de rhubarbe écarlate

Frasco e vaporizador 200 ml Vaporizador 100 ml Vaporizador de viagem 15 ml (composto por quatro)

 

Mousse cremosa, champô vivificante, bálsamo acariciante, gel tónico e sabonete suave. Com Le Bain Hermès, a casa de banho torna-se num lugar de emoções frescas e lúdicas.

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