Noivas Um Convite Para o Futuro

Vivemos tempos novos nos quais se regista um exacerbado interesse pela moda do vestuário, ou seja a moda não é vista como uma acção secundária do traje mas, como uma importante componente da cultura da sociedade actual.

 

A esta nova forma de descodificar a moda para o vestido de noiva, até há quem já nem use o branco como a cor que representava a pureza.

 

Os modelos que apresentamos, os quais integram algumas colecções de Alta-Costura, de Paris e de Roma, já nem todos são em rendas ou tecidos brancos, uma moda que data dos tempos da Imperatriz Eugénia que se casou de branco com Napoleão III, decorria o ano de 1853, seguindo o exemplo da rainha Vitória, da Inglaterra – numa época em que as noivas se casavam de azul, verde e até vermelho. Nesse tempo o azul era a cor da pureza e o branco a cor da riqueza.

 

Maria Eugénia Ignácia Augustina de Palafox-Portocarrero de Guzmán y Girkpatrick, natural de Granada, nasceu em 1826 e faleceu em Madrid em 1920, foi marquesa de Ardales, marquesa de Moya, 19ª. condessa de Teba, condessa de Montijo, e como mulher de Napoleão III, foi Imperatriz dos Franceses.

 

O seu excelente bom gosto levava-a a encomendar o seu vestuário a Worth, o inglês, pai da Alta-Costura francesa, e a sua fama da personalidade mais bem vestida, em todas as ocasiões, tornou-a numa das mulheres mais famosas do séc. XIX.

 

É evidente que há quem critique a sua ostentação e o luxo e, ainda, a sua admiração pela Rainha Maria Antonieta de quem era profunda estudiosa e defensora da política dos direitos temporais do Papa, mas isso era assunto que não dava importância.

 

Eugénia foi a inventora da crinolina por detestar o desconforto produzido pelas nove anáguas engomadas que eram usadas para armar as saias de corte.

 

Um ano e meio depois de casada, Eugénia visitou uma fábrica, chamada Peugeot, e com um desenho da sua autoria pediu que lhe fizessem uma espécie de gaiola em fios muito finos em aros de arame de aço, o que resultou numa peça chamada crinolina, muito mais arejada e muito menos pesada do que os nove saiotes a que chamavam enáguas.

 

Na inauguração do canal do Suez, em 17 de Novembro de 1869, a imperatriz Eugénia levou uma tal quantidade de conjuntos primorosos feitos por Worth que há quem lhe atribua o título de primeira manequim da Moda Francesa, mais propriamente a alta figura de França que mostrou até à saciedade o que era a Alta-Costura no país que representava como Imperatriz.

 

A moda do branco tem andado entre altos e baixos. Mas, continua a ter a preferência das famílias e das noivas que gostam de respeitar a tradição.

 

De salientar que actualmente já são poucos os costureiros que terminam os seus desfiles com o vestido de noiva. Então, se as colecções forem de estilistas, quer sejam apresentadas em Nova Iorque, Milão ou Paris, raramente se vê um vestido de noiva. Talvez não seja de mais reforçar que os estilistas são os que apresentam colecções de Pronto-a-Vestir.

 

Pela nossa parte, que gostamos de apresentar às nossas leitoras o que de melhor se faz no mundo, aqui fica a nossa selecção de Vestidos de Alta-Costura desejando que as noivas que nela se inspirarem tenham uma vida de paz e harmonia.

 

Vivam os noivos!

 

Marionela Gusmão

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