Fúcsia: Uma cor com alma

Há uma tal vivacidade na cor fúcsia que quase todas as mulheres empreendedoras e alegres a adoram .

Já se chamou rosa-vivo, (e outrora, entre os portugueses, rosa-saloio), entrou nas altas esferas internacionais, pela mão de Elsa Schiaparelli, com o nome de rosa-“schoking” … Verdadeiramente chama-se fúcsia e tem uma bonita história.

 

Tudo começou em 1690 quando o padre Charles Plumière foi nomeado para cumprir o seu apostolado na Ordem Dominicana no México e, também, com a missão de estudar a flora dessa região. Foi aí, que o dominicano fez a sua extraordinária descoberta, a qual acompanhou de um desenho o mais aproximado possível juntamente a uma descrição clara e cheia de interesse. Tratava-se de uma planta que, no México, se encontra quase sempre em estado de arbusto e que em homenagem ao ilustre botânico, Leonard Fuchs (1501-1566), o apóstolo Plumière baptizou com o nome de “Fuchsia”. Durante mais de um século perdeu-se o rasto e a Europa desconhecia a existência dos “brincos de princesa” – o nome pelo qual as flores com este colorido são conhecidas entre nós.

 

Nos finais do séc. XVIII apareceram no Kew Gardens de Londres, pois tinham tinham chegado até ali através de um certo capitão Firth, no regresso de uma viagem deste à América do Sul.

 

A história desta planta, com tão exuberantes tons de rosa, é infinita prendendo-se sempre com a América Latina, o frade Charles Plumière, o botânico Leonard Fuchs, James Lee, o maior entusiasta que a descobriu numa janela em Londres, não descansando enquanto não a comercializou, obtendo com ela o nascimento de uma moda, a quem nem a Imperatriz Josefina foi alheia na Malmaison, nem a Grã-Duquesa Catarina Pavlova, na Rússia, escapou à paixão por estas flores.

 

Porém, o grande herói de toda esta história foi mesmo o Sr. James Lee que com a comercialização destas flores obteve uma colossal fortuna.

 

Graças às suas pétalas, ao seu porte e cores elegantes, o fúcsia é o emblema da graça. Graça que se prende com a moda que na temporada em que ainda nos encontramos OI/2015/16,  fez a sua aparição triunfal na colecção de Elsa Schiaparelli e de Armani em mais do que uma das suas linhas.

 

Marionela Gusmão

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