VELUDOS Quando a riqueza é resistente ou…

Andará tudo às avessas?

Armani Prive

Armani Prive

Armani Prive

Lanvin

Lanvin

Lanvin

Armani Prive

Alberta Ferretti

Alberta Ferretti

Alberta Ferretti

Elie Saab

Elie Saab

Armani Prive

Armani Prive

Armani Prive

Os veludos, outrora tecidos exclusivos da nobreza e dos mantos reais, foram democratizados e, hoje qualquer pessoa pode usar e ousar quase toda a espécie de vestuário, ou seja conforme o ângulo de ver e sentir a moda.

Há mais de duas décadas que o veludo entrou no Pronto-a-Vestir de Outono/Inverno e principalmente na Alta-Costura como uma proposta que os americanos definem com a palavra “basic”. “Basic”? É mesmo uma definição muito americana e neste momento nem sabemos se a atribuir a Donald Trump se à Srª. Clinton. Venha o diabo e escolha.

Sabemos que um casaco de veludo é tão “basic” como umas calças de ganga ou um “tailleur” em “tweed”.

Na presente temporada, os veludos são tão dominantes como qualquer outro tecido porque as pelicas e as peles ocupam um grande espaço no leque que compõe a moda. É certo que a macieza do veludo marca presença em quase todas as colecções, sejam elas da autoria de criadores, estilistas e costureiros.

O veludo, tecido cuja superfície coberta por um pêlo curto e unido, é suportado por um pano de fundo muito resistente, é mais utilizado na moda, sempre que seja o precioso veludo de seda, que outrora vinha da longínqua Índia até à Europa. O mesmo que posteriormente foi imitado em Itália, principalmente em Génova, seguindo-se-lhe a França, sob ordenação de François Ier, em Lyon.

Há tantas variedades de veludo que se as citássemos todas distraiam a atenção dos leitores. E, este texto é sobre a Moda do Outono/Inverno de 2016/17.

Porém, há muitos livros sobre História de Moda que não resistem a insistir no quarto de Filipe O Bom, duque de Borgonha, pela imensidão de veludos bordados que o enriqueciam.

Há cerca de 50 anos, a moda socorreu-se muito do veludo côtelé, canelado a formar riscas.

O chique de Yves Saint Laurent foi o veludo “frappé”, cinzelado ou com motivos figurativos.

Os modelos da Lanvin do tempo de Jules François Crahay, em veludo de Génova, foram uma tentação. Hoje, é difícil encontrar mais do que um simples veludo de seda ou de algodão.

Vivemos tempos em que a fantasia apela à riqueza e cada vez há mais pobreza. Andará tudo às avessas?

 

Catarina Bacelar 

FESTIVOS

Dia da Mãe

Natal

Páscoa

Dia do Pai

Santo António

ARTE

Exposições

Museus

Colecções

História

Notícias

MODA

Alta Costura

Prêt a Porter

Tendências

Acessórios

Notícias

BELEZA

Perfumes

Tratamento

Novidades

Looks

Cabelos

NOTÍCIAS

Perfumes

Tratamento

Novidades

Looks

Cabelos

  • Instagram ícone social
  • Twitter Social Icon
  • Facebook Social Icon
  • YouTube Social  Icon
  • Pinterest Social Icon