Plumas de Avestruz I ​​A leveza na Moda​​

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Nestes dias em que as Festas Natalícias se aproximam e que a passagem para 2017 promete momentos capazes de nos apaziguarem com o que tem sido o ano 2016 (quase a despedir-se), existem muitas mulheres no universo que desejam sentir a felicidade no seu coração, quiçá como um melhor augúrio para os tempos que se aproximam.

Não fugindo à regra, muitos costureiros concederam às plumas de avestruz um lugar de honra nas suas colecções onde escolhemos o melhor para que as nossas leitoras acompanhem a par e passo o que desfila no mundo da moda do vestuário.

Criadas em reservas (semi-cativeiro), as avestruzes mais prestigiadas são originárias da África do Sul, o que nos causa um certo espanto não encontrarmos no guarda-roupa da actual Princesa Charlène do Mónaco, um vestido, um casaco, uma “boa” fazendo justiça às maravilhas do seu país. A África do Sul tem grandes minas de diamantes, muitas belezas naturais e as plumas de avestruz, que raramente saem da moda. Que melhor embaixadora para esta matéria-prima do que a bonita e elegante Princesa, mãe de Jacques e Gabriella, os gémeos que prometem honrar o passado da beleza da sua avó, a inesquecível Princesa Grace?

As plumas de avestruz, detentoras de uma grande história, tiveram a sua afirmação há 4.000 anos nos trajes da deusa egípcia Mâat, no vestuário dos cavaleiros das Cruzadas, posteriormente no uso de Francisco I de França e outras cortes europeias da Renascença, até conquistarem Mademoiselle de la Vallière, personalidade que usou a moda do chapéu ornamentado com plumas para as grandes damas, já que até aí tal uso só era apanágio de cavalheiros. De salientar que os séc. XIX e XX tiveram especial atracção pelas plumas, abrangendo acessórios (leques) e trajo (vestidos), permanecendo até hoje nas grandes “toilettes” festivas.

Não restam dúvidas, a beleza ultrapassa sempre séculos e milénios e vai tão longe que permanece mesmo durante as crises económicas.

Luísa de Mendonça Pessanha

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