Pelicas e Camurças I Um Filão Surpreendente

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A história da indústria de curtumes, aqui ou além-fronteiras, está e estará sempre ligada à História da Humanidade.

 

Todos sabemos que o agasalho do homem primitivo foi cobrir o seu corpo e o do seu agregado familiar com as peles dos animais que caçava.

Como é natural, ao longo dos séculos, o conhecimento foi avançando e o espírito inventivo foi satisfazendo cada vez mais as necessidades que se faziam sentir.

Em relação a Portugal, os Descobrimentos contribuíram para o avanço na indústria dos curtumes, já que proporcionaram a utilização de novas substâncias vegetais para o progresso de curtumes, curtientes e gorduras, originárias dos novos mundos, a que fomos tendo acesso.

Apesar de Portugal ter um relevo importante na indústria de curtumes, a qual passou a ter peso económico a partir dos séc. XVI e XVII, com assinalável concentração de artesãos em Guimarães, Porto e Alcanena, é de tomar em consideração os registos de laboração na Serra da Estrela, Alentejo, Ilha da Madeira e Lisboa.

Contudo, quando falamos em peles curtidas, sem pêlos, direccionadas para vestuário e luvas finas, temos que reconhecer que os espanhóis tinham mais qualidade, assim como os italianos e os franceses. As luvas perfumadas, de origem espanhola, ficaram na História do Vestuário pela sua maravilhosa curtimenta.

No séc. XIX, a manufactura artesanal foi dando lugar à mecanização e hoje existem pelicas e camurças tão finas e domáveis como se fossem tecidos de alta qualidade.

Os modelos escolhidos para vos apresentar, produzidos em França e Itália, são o exemplo do gosto da actualidade.

Em Portugal também existem muitos mestres peleiros que sabem de curtimenta e muitos “designers” que sabem o que está na moda.

Uma visita às boas casas de peles de Lisboa, do Porto, Faro de Alcanena, ao Cartaxo, a Évora e outros locais, pode ser para quem nos lê uma agradável surpresa.

Por agora, ficamos com os modelos que fizeram furor nas passarelas internacionais. Inspirem-se!

 

Marionela Gusmão

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