Outono com desejos de PAZ

O Outono de 2017 já se anuncia nas montras de algumas cidades e vilas e até em zonas inesperadas como o Parque das Nações, em Lisboa, onde as folhas amarelecidas e secas bailam ao som do vento.

É o desfazer da festa que o Verão anima todos os anos. É o regresso das abóboras nos telhados das casas de campo que se avistam quem vai de Lisboa até Mafra, Ericeira… os milheirais a secar, os primeiros frutos secos à venda na Feira de Alcantarilha, um espaço que acarinhamos com entusiasmo.

Os termómetros, que este ano tiveram grandes subidas, naturalmente, vão baixar. Estamos a curtos passos da entrada do Outono.

Nesta casa, se nos fosse dado escolher, eliminávamos o Outono e o Inverno para saborear dia a dia os encantos da Primavera e as maravilhas do Verão.

Mas, o mundo não é feito segundo a nossa vontade… Quando cá chegámos já era assim e será sempre por gerações e gerações.

Que Deus nos dê paz e nos proteja das loucuras à solta que se espalham pela nossa velha Europa.

No nosso pensamento e nas nossas orações de hoje estiveram todos aqueles que desfrutavam da eufórica confusão das Ramblas, em Barcelona. Que Deus conceda a maior paz no Mundo.

Está chegado o momento dos nossos leitores que já regressaram de férias ou estão prestes a isso, quererem saber como vai ser a moda do Outono/Inverno 2017/2018 e, nós que continuamos, heroicamente, a marcar presença nos melhores desfiles internacionais, podemos afirmar, com segurança, que as variações são poucas. O guarda-roupa feminino deve incluir, como sempre, as gabardinas, as capas, os casacos compridos, os “tailleurs”, as calças, as túnicas, as blusas, e os casacos curtos, enfim nada de novo.

Como sempre “Moda e Moda” marcou presença nos desfiles de Alta-Costura de Paris e ficou surpreendida com a presença da Loris /Azzaro, uma marca fundada por um grande senhor da moda que nunca fez parte do calendário da Chambre Syndicale de la Haute Couture de Paris.

Como já faleceu há alguns anos, desconhecemos o que diria se visse os modelos.

Azzaro foi um homem extremamente requintado, que trabalhou para artistas femininas de grande renome e outras mulheres super-estrelas.

Confessamos que ao ver sorrir os modelos com o seu nome, numa espécie de ressurreição, na nossa imaginação acorreram aqueles seus lindos olhos azuis que enchiam o seu rosto de charme.

Da colecção Azzaro falaremos mais tarde, por agora apenas informamos as leitoras que ela se deve ao talento de um artista convidado, um francês de nome Maxime Simoens.

Em termos de surpresa, também não estávamos à espera de ver a FENDI incluída na semana da Alta-Costura. Inovar é preciso e os modelos, sempre sob a batuta de Karl Lagerfeld, exibiram o melhor que se pode esperar de vestuário em pele e tecido, inspirados quiçá nos “Jardins das Delícias”.

De resto, a Chanel continua na senda a que já nos habituou; a Dior exagerou no consumo dos tecidos, mas mudou para melhor. Maria Grazia Chiuri socorreu-se do“new-look” de 1947 para reinventar os casacos justos e as saias rodadas.  

Agora, apenas, levantamos a ponta do véu, apresentando alguns modelos da Alta- Costura francesa, sempre com os mestres libaneses pelo alto e do Pronto-a-Vestir de Itália.

 Vamos todos aproveitar o que a vida tem de melhor?

Nós, por aqui, ficamos com a poesia na alma e os olhos à procura de beleza ….

                                    

Marionela Gusmão

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