DOLCE&GABBANA "Era uma vez..."

“Era uma vez...”

Era assim, desta forma mágica, que se iniciavam as melhores histórias que ouvimos na infância. Provavelmente mais nenhuma nos voltou a arrebatar da mesma forma porque nada é mais saboroso, mais reconfortante, mais extraordinário que os contos que as mães contavam ao adormecer ou quando agarrando num livro com uma mão e outra puxando a saia da mãe lhe pedíamos “conta outra vez”.

A par dos contos lidos e ouvidos num sufoco de exaltação, mesmo que já lhes conhecêssemos todas as frases, existiam os pequenos filmes de animação. A vida era levada em braços pelos heróis da fantasia e nós gostávamos daquele embalo entre fadas e princesas, bules falantes, ratos inteligentes e bondosos como poucos humanos. E há duas histórias intemporais, belas como as protagonistas, que revisitamos mesmo que apenas em memória. Cinderela e a Bela e o Monstro são exemplos de genialidade e de como através das histórias se moldam os espíritos para a grandeza da alma.

As meninas crescem e tornam-se mulheres mas jamais esquecem os amigos dos contos fantásticos. A infância habita em cada uma mesmo que num cantinho meio escondido que desperta alegremente sempre que surge uma oportunidade. E é este universo de encantamento que inspirou a dupla Domenico Dolce e Stefano Gabbana na idealização da nova colecção para Outono/Inverno de 2016/2017. O resultado é fabuloso com padrões que recriam todo um universo imaginário. O protagonismo dado ao rato costureiro num dos vestidos é absolutamente apaixonante, o carrocel das feiras que visitámos, os relógios, os candelabros como os nossos pequenos brinquedos demonstram uma fantasia adorável.

Mas Dolce e Gabanna não se limitaram a vestir as mulheres com rosas, cinderelas, maçãs, ratos costurando, relógios... A dupla desejou homenagear as novas princesas do século XXI. Mulheres que a par da sua beleza e sedução afirmam uma forma de estar na vida mais afirmativa.

A dupla de estilistas avançou mesmo com um comunicado sublinhando que “A nova geração de princesas não são apenas independentes, mas possuem uma perspectiva aguçada e ponto de vista próprios. Elas, em primeiro lugar, são pessoas.”  

Esta é pois uma colecção ímpar e surpreendente onde a simbiose entre a mulher moderna e a cor das aventuras, que moldaram a sua imaginação, é perfeita. 

 

Ana Paula Timóteo

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