Met Gala I Corpos Celestes: Moda e Imaginação Católica

A revista Moda & Moda todos os anos em Maio, está presente no Met Gala, um dos acontecimentos importantes num dos museus mais notáveis do mundo, onde esta instituição de arte se transforma numa noite de chuva de estrelas. O Baile de Gala Anual do Metropolitan Museum of Art de Nova Iorque, um dos eventos com mais sucesso no Mundo da Moda, reúne Celebridades, Estrelas de Hollywood, Jornalistas e Estilistas, num cenário de glamour e brilho, que marca a inauguração de uma mostra de moda. Este ano o tema da exposição é a relação entre a moda e a religião.

"A moda e a religião sempre estiveram interligadas, inspirando-se e informando-se mutuamente", disse Andrew Bolton, curador do Costume Institute do Metropolitan Museum of Art. "Embora esta relação seja complexa e muitas vezes contestada, deu origem a algumas das criações mais inventivas e inovadoras na história da moda."

Um evento, que é presidido por Anna Wintour, editora-chefe da Vogue americana. A festa destaca-se pelos vestidos extravagantes que as celebridades usam, como se fosse uma passagem de modelos. Nesta gala, só se regista a Elegância, o Charme e a Sensualidade Estonteante das Estrelas.

 

A fé chegou ao Costume Institute, que escolheu a religião católica como inspiração deste evento. “Corpos Celestes: Moda e Imaginação Católica” é o tema da Met Gala de 2018 e tem como apresentadores Rihanna, Amal Clooney e Donatella Versace, que foi também uma colaboradora da exposição.

A mostra inclui peças de vestuário e acessórios do Vaticano e colecções de costureiros de moda que se inspiraram na religião católica, desde Coco Chanel a John Galliano, responsável por desfiles polémicos neste tema, não deixando de fora Riccardo Tisci e Jean Paul Gualtier.

Dolce & Gabbana, para além de também integrar a exposição, foi uma das marcas que se pôde encontrar pela passadeira vermelha, assim como Versace com as colecções repletas de referências religiosas, tanto no vestuário como nas joias. E, mais recentemente, Jeremy Scott, que adicionou às suas polémicas criações imagens de Jesus para a colecção de inverno 2017.

O Met Gala é um dos eventos mais prestigiados da indústria de Moda. Todos os convidados são aprovados, pessoalmente, por Anna Wintour, directora da versão norte-americana da Vogue. Modelos, designers e celebridades preparam-se minuciosamente para esta noite. Tem funcionado assim nas duas últimas décadas e promete continuar por mais alguns anos. 

Na passadeira vermelha do evento há presenças assíduas, entre elas Beyoncé, Madonna, Sarah Jessica Parker, Blake Lively ou Kim Kardashian. Não há quem fique indiferente aos coordenados que escolhem, fazendo deles o alvo da noite: tudo é escrutinado até ao mais ínfimo pormenor. Afinal, é a Moda que reina nesta passadeira vermelha. 

Este evento, à parte do glamour vivido, é uma angariação de fundos para o Metropolitan Museum of Art em Nova Iorque. É uma gala tão exclusiva que os bilhetes chegam a custar cerca de 30 mil dólares para aqueles que não foram convidados. Antes de receber o nome pelo qual hoje a conhecemos, a Met Gala era conhecida como The Costume Institute Gala e é nesta festa que se revela a exposição anual do museu. Rei Kawakubo e Alexander McQueen foram dois dos criadores já homenageados. 

Além de Anna Wintour, Rihanna, Donatella Versace e Amal Clooney foram as três personalidades escolhidas para fazerem parte da comitiva de honra da Met Gala, que em anos anteriores contou com Taylor Swift, Gisele Bündchen e Idris Elba.

 A exposição “Corpos Celestes: Moda e Imaginação Católica” estará patente de 10 de Maio a 8 de Outubro de 2018, no Metropolitan Musuem of Art, em Nova Iorque.

Com o foco na Igreja Católica, a mostra é composta por 150 peças e tem como modelo central o traje papal, cedido pela sacristia da Capela Sistina, que raramente sai do Vaticano.

A exposição inclui peças de Coco Chanel, Donatella Versace e John Galliano, todas com uma linha eclesiástica que mostra a influência da religião católica na moda.

Este acontecimento com curadoria de Andrew Bolton, para quem esta relação entre a fé e a moda é algo “complexo e por vezes contestado”, é uma exposição que pretende “colocar a moda dentro de um ‘contexto mais amplo da religião’ (como pinturas e arquitectura), mostrando como o ‘cristianismo material’ ajudou na criação de ‘imaginação católica’”, afirmou Anna Wintour da Vogue Americana.

Este ano, a mostra está distribuída por três espaços diferentes: no Anna Wintour Costume Center, nas galerias medievais do Metropolitan Museum e nos Cloisters.

A passadeira vermelha mais cobiçada do mundo da Moda recebe convidados que lutam pelo título de mais bem vestidos da noite e trazem os melhores looks inspirados na religião. Os modelos deste ano eram extremamente extravagantes e muito controversos, especialmente os das estrelas de Hollywoood.

Em destaque estão as criações de Jean Paul Gaultier, Christopher Kane, Dolce & Gabbana e Givenchy, que já faziam referência à religião católica há várias temporadas, e que são os mais procurados pelas celebridades.

Nos últimos anos, as exposições do Costume Institute do Metropolitan Museum of Art apresentaram grandes sucessos, assim como o Met Gala. 

Este ano todas as atenções estavam concentradas no dia 7 de Maio no MET Gala 2018, em Nova Iorque, um dos momentos mais aguardados do ano no Costume Institute do Metropolitan Museum of Art.

A Exposição Corpos Celestes: Moda e Imaginação Católica

Este ano, a exposição intitulada “Corpos Sagrados: Moda e Imaginação Católica”, as grandes estrelas não tiveram medo de apostar na irreverência do tema.

Dezenas de celebridades pisaram a passadeira vermelha que antecede a gala anual do museu Nova Iorquino, como Madonna, Rihanna, Kim Kardashian West, Blake Lively, Jennifer Lopez, Donatella Versace e as irmãs Hadid. Desfile mais extravagante do que este não há, nem mesmo quando o tema é a relação da moda com o catolicismo. Crucifixos, auréolas, rendas, mitras papais, bordados, brocados, vermelho cardeal e dourado.

Pode-se recordar que o evento foi realizado pela primeira vez em 1995 e o objectivo é a angariação de fundos para o Costume Institute do Metropolitan Museum of Art.

Em relação às marcas, a noite foi da moda italiana, já que as várias casas apresentavam já elementos sacros nas suas colecções. A Casa Versace, co-anfitriã do evento em conjunto com a revista Vogue, superou todas as outras ao vestir o maior número de celebridades para a festa.

A mostra com inauguração marcada para dia 10 de Maio, é a maior exposição de sempre do Metropolitan Museum of Art e, como manda a tradição, foi ela a ditar o tema da edição de 2018 da gala. Entre as dezenas de peças expostas ao público até Outubro estão os 50 tesouros dos Museus do Vaticano, mas também da sacristia da Capela Sistina. Entre elas, há joias de um valor incalculável, algumas já usadas por anteriores papas. Lado a lado, estão criações de autores contemporâneos. A selecção de peças da passerelle inclui elementos dos arquivos da Versace e da Christian Dior, entre muitos outros.

A mostra traz um diálogo entre a moda e a arte medieval da colecção do museu. O objectivo da exposição é examinar o envolvimento histórico da moda com as práticas devocionais e as tradições do catolicismo. Um dos principais destaques da exposição são os trajes papais e acessórios da sacristia da Capela Sistina, no Vaticano, muitos dos quais nunca haviam sido mostrados fora da Cidade-Estado e agora podem ser vistos no Anna Wintour Costume Center. Estilos do século XX também fazem parte da mostra, exibidos nas galerias de arte Bizantina e Medieval, no Met Cloisters.

O MET Gala 2018 é uma festa quase como um Super Bowl da moda ou a cerimónia de óscares que consegue reunir numa passadeira vermelha algumas das celebridades mais icónicas, de áreas como o cinema e a moda.

O evento apresenta um código de vestuário diferente em cada ano e, por isso, os convidados devem vestir-se de acordo com o tema do evento.

Do sumptuoso vestido vermelho de Blake Lively ao modelo eclesiástico de Rihanna, o tema da noite era os Corpos Sagrados: Moda e A Imaginação Católica. No tapete vermelho estavam para além de Blake Lively e Rihanna, Katy Perry de anjo, Zendaya de Joana D’Arc e muito mais.

A Madonna estava de rainha católica, bem ao figurino medieval. Havia impressões com imagens sacras, a Taylor Hill com um modelo inspirado nos trajes dos cardeais e eram inúmeros os modelos, muitas celebridades, um show de cores, elegância e glamour.

Tudo tão fantasioso e encantador, ao mesmo tempo tão elegante e sofisticado, por exemplo a Jennifer Lopez vestiu um modelo espampanante, já a Kim Kardashian não apresentou nenhuma novidade na passadeira vermelha, a impressão que dá é que os modelos estão sempre repetitivos.

Jourdan Dunn foi poderosíssima de Diane Von Furstenberg. O destaque do modelo é a capa com gola alta, que também faz as vezes de mangas.

Selena Gomez usou vestido da Coach, num estilo que só pode ser definido como celestial. Detalhe para o lindo trabalho na cauda. Amal Clooney optou por look ousado e assinado por Brit Richard Quinn. Trabalho minucioso de bordados e pedrarias no vestido Versace de Blake Lively. Quanto impacto, podemos apontar o look poderoso de Priyanka Chopra. Ela usou um vestido Ralph Lauren, todo em veludo com detalhes em dourado.

Katy Perry em Versace e Rihanna em Maison Margiela: as rainhas da passarela. A gala do Metropolitan Museum de Nova Iorque – que anualmente reúne na primeira segunda-feira de maio dezenas de celebridades – dá sempre que falar! Com uma temática concreta, há quem lhe chame Óscares da Moda, e quem nela participa segue geralmente o tema estabelecido, deslumbrando ou chocando, com as maiores excentricidades possíveis. Na Gala 2018, o tema parecia complexo, polémico e altamente estrambólico, mas mais uma vez não decepcionou. Nem mesmo quando o tema é a relação da moda com o catolicismo, que encheu a passadeira vermelha de crucifixos, auréolas, rendas, mitras papais, bordados, brocados, vermelhos e muitos dourados.

A ideia para a exposição era inicialmente focar a ligação entre a moda e cinco religiões – islão, budismo, hinduísmo, judaísmo e catolicismo –, mas o curador Andrew Bolton decidiu focar-se apenas nesta última.

E quem teve maior sucesso não foram as mais bem vestidas, pelo menos do ponto de vista estético da moda, mas sim as que chamaram mais atenção ou as que melhor aplicaram a temática do evento. Entre elas, como não podia deixar de ser, Rihanna, que se inspirou no Papa para seguir a temática religiosa. A obra de Martin Margiela despoletou comentários em todo o mundo, desde críticas a elogios.

Quem também sobressaiu foi Katy Perry, com um vestido curto e dourado, desenhado por Versace, inspirado num anjo, com asas enormes, colocando-se no topo das extravagâncias. Neste patamar, destaque também para Sarah Jessica Parker, que levou um sumptuoso vestido dourado da dupla Dolce & Gabanna e uma enorme peça de altar com um presépio incorporado, que para alguns era algo exagerada.

Outras celebridades, como Diane Krueger, Amber Heard, Nicky Minaj, Madonna ou Cara Delevigne, também se excederam com a sua habitual dose de bizarria, enquanto muitas outras se ficaram entre a elegância e a ornamentação, como divas de Hollywood, sem se destacarem como as anteriores. Entre elas, Blake Lively ou Jennifer López, e inclusivamente Kim Kardashian, que normalmente é conhecida pelos seus exageros e que nessa noite passou mais desapercebida, com o seu estilo de sempre, num vestido justo, limitando-se a levar uma cruz, sem recorrer a plumas, nem flores, nem nada estranho.

Amal Clooney dividiu opiniões. Houve quem a considerasse a mais bem vestida com calças azuis que trazia por baixo e o corpete prateado com um estampado floral. Para além de que era um modelo, que nada tinha de celestial.

O evento também deu lugar à normalidade que, aqui sim, foi bela para a vista, porque Irina Shayk, Emma Stone, Emilia Clarke, Kendall Jenner ou Miley Cyrus brilharam como recém-caídas do céu, mas sem se relacionarem minimante com o tema.

A mostra propôs também uma reflexão a respeito da complexidade da intersecção entre fé e moda, sagrado e profano, assim como o cristianismo material ajudou a formar a imaginação católica.

A exposição “Corpos Celestes: Moda e Imaginação Católica” apresenta um tema possivelmente mais controverso e ambicioso do que os anos anteriores, mas que prova que a Moda e a Religião, quando juntas, podem elevar-se à categoria de Arte.

 

Theresa Bêco de Lobo

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