“TAILLEURS” NA MODA ITALIANA

Os “tailleurs” que já faziam furor nos finais do séc. XIX, foram propostos, muito timidamente, pelos mais consagrados estilistas do Pronto-a-Vestir que apresentaram a sua moda para o Outono/Inverno 2016/2017.

Evidentemente que os modelos que apresentamos resultam de uma escolha centrada no mundo feminino que trabalha e vai a festas de finais de tarde.

A escolha, absolutamente da nossa responsabilidade, rejeitou muitos modelos que não obedecem ao padrão daquilo que é habitual na Moda & Moda.

Predominantemente casaco/calças, sendo que estas últimas nem sempre roçam os artelhos, optamos por vos mostrar as cores mais em voga e os cortes (alguns semi-masculinos) que dão um estilo independente às executivas, embora saibamos que não é pelo vestuário que muitas mulheres se impõem nos seus lugares de chefia. As formações académicas fizeram muito mais do que o simples gesto de tirar o “soutien” – uma peça que faz muita falta para segurar os seios e aliviar o peso que incomoda as costas.

Os “tailleurs” para fim de tarde onde haja lugar para um “cocktail” têm a sua principal variante nos tecidos utilizados que vão dos brocados às sedas franjadas, passando pelo cetim “duchesse” branco do conjunto de casaco/blusa e shorts, mais jovem do que os outros, aos quais se reúne, em especial à beleza chique dos tailleurs de Ermanno Scervino a quem a Moda & Moda dá as boas-vindas e à classe a que a Trussardi nos tinha habituado. Felizmente, há muitas coisas nesta vida que voltam aos seus lugares.  

Escolham, divirtam-se. Algumas destas marcas estão à venda em Lisboa, Porto, Faro, pois sabemos que nem todas as leitoras se deslocam a Milão para se vestir. Estamos convictos que não são as portuguesas que fazem o volume de vendas da caixa que se encerra, em cada loja, nos finais do dia.

Desconheço a que ricos se referem os políticos que sonham com as fórmulas para pagar mais impostos. Provavelmente querem aumentar a listagem de incumpridores. Os verdadeiramente ricos não devem chegar a uma centena e esses riem-se dos mundinhos que pretendem criar à sua volta. Se os cansamos muito, vão-se embora, fecham as empresas, dentro do espírito que não interessa ao país: “quem vier atrás que feche a porta” ou o “último que apague a luz”!

Um bocadinho de juízo, precisa-se!

Marionela Gusmão

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