Gabardinas I Outono/Inverno 2017/2O18

Nunca tantos em Portugal pediram desesperadamente a bênção da chuva. Atrasou-se. O calor foi muito e a água escasseou. O Verão 2017 aqueceu as terras e campos portugueses com um Sol de brasas. Veio a calamidade dos incêndios e todos os portugueses rogaram aos céus que a chuva caísse. Teimosamente, não caía. E agora, depois das terras devastadas, das casas destroçadas, das lágrimas a escorrerem pela face das populações aflitas, a dona chuva lá se lembrou de refrescar as terras ainda quentes das chamas que por elas passaram.

Apetece-nos gritar: bendito seja Deus!

Lá fora a chuva bate nos vidros.

De repente, lembrámo-nos que as gabardinas fazem falta! E lá fomos nós ao baú das memórias repescar a sua história para lembrar às nossas leitoras que a gabardina, começou por ser uma peça de vestuário masculino, inventada em 1880 por Thomas Burberry, com a designação de “trench-coat”.

Entrou na moda por ser muito prática, já que protegia da chuva, mas começou por apenas fazer parte do vestuário militar.

A partir da I Guerra Mundial, a gabardina passou das trincheiras para o vestuário civil, obviamente masculino e, só muito posteriormente, entrou no guarda-roupa feminino.

Nos Anos 50 já era uma peça básica do guarda-roupa das mulheres modernas, as quais após descobrirem a sua vantagem de proteger da chuvadas e entenderem como é fácil combinar uma gabardina com um bonito vestido, umas calças, uma saia de xadrez com blusas de malha, nunca mais a deixaram.

Intemporal, desde que Humphrey Bogart imortalizou a gabardina no filme Casablanca, ela aí está todos os invernos, renovada nas linhas e nas matérias-primas em que é confeccionada, pronta a proteger os corpos da chuva a até do frio.

Nos inícios, o uso dos tecidos em algodão (preferido pela sua leveza), obrigava a frequentes idas às tinturas para as impermeabilizar. Esse tempo já passou…

Hoje, as matérias-primas oferecem muitas novidades, mas este ano o plástico transparente está na lista principal das escolhas.

Veja os modelos que escolhemos para si e inspire-se porque os dias de chuva são muito feios e dar-lhes cor, nem que seja através do nosso vestuário, é um contributo para alegrar a vida dos que se cruzam connosco.

Catarina Bacelar

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