A moda dos folhos que os historiadores de moda classificam de neo-romântica, já se fazia notar no período Elisabetiano (finais de 1500) afirmando-se no período barroco nas mangas dos trajes de homem e senhora, marcando grande espaço no período “Rocaille” .

Esta moda desapareceu no período Império, regressou nas saias do período Restauração (1ª. Metade de 1800), irrompendo em alta na fase Romântica (cerca de 1834), tomando lugar destacado na fase do Novo “Rocaille” (metade do séc. XIX), para regressar no início do séc. XX. Depois de algum interregno, a moda dos folhos, nos Anos 50 do séc. XX, juntou-se às saias rodadas tão amadas pela geração dos Anos 50 do século passado. Com esta moda, marcou lugar uma certa melodia de rumba, passos do chá-chá-chá, volteios da América Latina.

Inserida naquilo que se designa por “sedução picante”, a moda dos folhos, franzidos, plissados, cortados a jeito, a formarem barras, guarnições dos modelos ou sobreposições, têm uma imensa carga nostálgica e um certo toque de folk, mas paralelamente, concentra em si, a provocante vantagem de evidenciar as formas femininas.

Em tecidos de várias famílias, gostamos muito destas propostas porque nelas encontra-se muita alegria, movimento e “alma”.

 

Catarina Bacelar

Folhos I Movimento e graça

FESTIVOS

Dia da Mãe

Natal

Páscoa

Dia do Pai

Santo António

ARTE

Exposições

Museus

Colecções

História

Notícias

MODA

Alta Costura

Prêt a Porter

Tendências

Acessórios

Notícias

BELEZA

Perfumes

Tratamento

Novidades

Looks

Cabelos

NOTÍCIAS

Perfumes

Tratamento

Novidades

Looks

Cabelos

  • Instagram ícone social
  • Twitter Social Icon
  • Facebook Social Icon
  • YouTube Social  Icon
  • Pinterest Social Icon