A Moda para os Dias Frios

Essa história do Outono e das vindimas, das folhas avermelhadas a atapetar os campos, do Sol a esconder-se mais cedo, que tanto nos entristece, tem que ser aceite como um tempo de renovação, de pousio, para que o alvoroço dos dias de Primavera sejam vividos com mais euforia.

A moda, tal como acontece todos os anos , a qual se deve, em parte, à criação, em 1880, da Rational Dress Society, não pára de nos surpreender.

Neste Outono/Inverno 2019/ 2020 há momentos que nos remetem para os Anos 50, tão justas são as saias e os casacos dos “tailleurs” e tão soltos os casacos compridos.

Até as cores parecem “roubadas” aos figurinos dos Anos 50 do séc. XX e nós estamos no séc. XXI. Falta de imaginação?

Os pormenores em maior destaque são as fivelas que foram criadas para se verem desde longe.

Os casacos conhecidos como a peça que esconde o corpo e o vestuário que está por baixo, chamado o tapa misérias, juntamente com os “tailleurs” dão-nos as coordenadas de como andar à moda até à próxima Primavera, a época do ano do nosso contentamento.

Nesta casa, sempre detestámos o Outono e o Inverno, mas não temos outra solução que não seja acompanhar as correntes estilísticas que os melhores costureiros nos apresentam nos desfiles a que assistimos.

Não apresentamos os modelos de todos os desfiles que passaram diante dos nossos olhos. Poupamos os nossos leitores a serem forçados a observar aquilo que não gostámos. Dos mais de trinta que visionámos, escolhemos apenas 17 colecções da Alta- Costura que desfilou em Paris.

Neste conjunto há modelos de Alexandre Vauthier, Azzaro, Chanel, Dior, Armani, Givenchy, Iris Van Herpen, J.P. Gaultier, Julien Founie, Maurizio Galante, Ralph Russo, Ronald Van der Kemp, Schiaparelli, Stephane Rolland, Ulyana Sergeenko, Valentino e Viktor & Rolph.

Esta foi a nossa escolha, mas se algum não aparecer significa que, à última hora, achamos que não estava dentro dos parâmetros de qualidade a que habituámos as nossas leitoras.

Daqui a poucos dias regressaremoscom modelos escolhidos a pensar nas festas e nos rigores do frio.

A seu tempo, traremos os casacos de peles criadas em cativeiro, porque nesta casa não há lugar para extremismos.

Vamos entrar no tempo mais feio do ano com as árvores despidas e o Sol a esconder-se. Resta o S. Martinho que, por vezes, nos dá agradáveis surpresas.

O mês de Novembro tem três datas festivas, a saber: o Dia de Todos os Santos, o Dia de Finados que aguarda que os fiéis vão à Missa e o dia de S. Martinho que recomenda uma ida à adega provar o vinho.

E, neste rodopiar, não tarda muito, temos o Dezembro à porta e com ele toda a azáfama das festas de Nossa Senhora da Conceição, do Natal e da passagem do ano para 2020 , um ano bissexto que esperamos seja melhor do que este que está quase a chegar ao fim.

Paz para todos e paciência para irmos vivendo com a esperança em dias muito melhores.

 

Marionela Gusmão

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