Dia dos Namorados I Comemorar o AMOR

Todos os anos o dia 14 de Fevereiro enche-se de um aroma especial. As montras lançam olhares caprichosos a quem passa e nas ruas as floristas inventam a Primavera e o Outono, o sol e os prados, os jardins e florestas. 

Todos os anos o dia 14 de Fevereiro acorda com a poesia nos fios de cabelo e caramelo em sílabas sussurradas.

Dia de Valentim, dia de quem ama, ama apaixonadamente, dia de todos os que um dia descobriram nos olhos do outro o mar mais profundo e mais cristalino, a flor de lótus. Todos os anos todos os que amam vivem um dia de festa, mas qual terá sido a razão para a escolha deste dia para festejar o namoro? Provavelmente não haverá um, mas uma sucessão de motivos. Se recuarmos aos tempos que antecederam o Império Romano encontramos a celebração aXV Kalendas Martiasou seja, a 14 de Fevereiro,de um festival chamado Lupercaliae que celebrava a fertilidade homenageando Juno que era a deusa do casamento e Pan o deus da Natureza. Mais tarde este também seria o dia destinado a homenagear Valentim, um bispo que lutou contra as ordens do imperador Cláudio II recusando seguir a sua proibição de celebrar casamentos durante as guerras. Como o bispo continuasse a unir em casamento jovens apaixonados, acabou por ser preso e condenado à morte. Enquanto estava encarcerado muitos jovens enviavam-lhe flores e bilhetes afirmando acreditar no amor. Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem de despedidaparaa filha do carcereiro por quem se tinha apaixonadoassinando:“Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.

Já na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de Fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássarose, porisso, os namorados usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta da pessoa amada. Ao longo do século XXa tradição de enviar cartões continuou a crescer tendo-se espalhado pelo mundo e actualmente o dia continua intimamenteassociado à troca de mensagens de amor, mas também de ofertas e surpresas onde a carga simbólica assume uma especial importância.

 

Produção e textos dos oito aos oitenta: Marionela Gusmão

Texto de abertura: Ana Paula Timóteo

Design: José Luís Teixeira

Namorar entre os 15 e os 20 anos

Quando o Sol irrompe nas nossas vidas e temos entre e 15 e 20 anos de idade, os brilhos são mais sublimes, os olhares entre o atrevimento e a descrição, tudo em redor parece cor-de-rosa e azul claro. O branco das camélias também tem o seu lugar. Tudo é puro e harmonioso.

Alguns pares descobrem-se nos bancos dos liceus, outros nos colégios. Os olhares são trocados com a mais inocente cumplicidade. Ela e ele sentem que Deus os abençoa. Não cabem em si de felicidade.

Depois, há sempre um banco de jardim à espera do casalinho que sente ternura em seu redor.

Começa o tempo dos suspiros. Ai, diz ela. Ai diz ele. Mas, os ais dos dois são uma promessa de felicidade futura para ambos.

Ah! E o primeiro beijo? Ela quer guardá-lo para a vida. A verdade é que nem um nem outro se esquecem aos longo dos anos, desse instante. É assim, a história do primeiro amor. É assim, como o murmúrio de uma fonte.

Oxalá seja assim para toda a vida.

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A história repete-se de pais para filhos. Ela, com muito por aprender, já tem a sua vida académica bem encaminhada. Ele, menos maduro já escolheu o seu futuro profissional e labuta para conseguir alcançar os seus objectivos.

Começa a ser tempo de seguir a errância dos passos. Tempo de se darem um ao outro para os bons e os maus momentos que a vida vai desenhando pelos seus caminhos.

Ambos vivem o preludio do casamento, da vida a dois.

Se os pais apoiam o namoro tanto melhor, mas a decisão é dos dois, sem dúvidas nem receios de errarem.

Se os dois sentem a cumplicidade em cada acto da sua vida, nos seus corpos e nos seus sonhos há sempre as cores vibrantes e ternas do arco-íris.

É tempo de dar corpo à união formal e do casamento.

No olhar dela, a verdade nada esconde… No olhar dele existe a luz da cumplicidade que os unirá para sempre.

Que música se escolhe no dia em que ele ansioso a aguarda no altar?

Muito provavelmente, a Avé Maria de Bach/Gounod!

Namorar entre os 21 e os 30 anos

Namorar entre os 31 e os 40 anos

Estávamos no cais de Olhão à espera do barco que iria levar todos os passageiros até à Ilha da Armona.

Tu ias com a tua família e eu com a minha. Quando todos se precipitaram para entrar no barco nós ficámos a olhar um para o outro, meio entontecidos, como se a única situação que desejávamos fosse ficarmos juntos. Sorrimos.

Ao subirmos os degraus de madeira tosca que nos levava até à praia, eu parei no bar do Tolinhas para beber uma Laranjina C. Olhaste para mim, a sorrir de novo, e enquanto caminhava pelos trilhos com tábua aqui, tábua ali, muito amavelmente perguntaste-me se eu queria ajuda para levares o meu saco. A tua delicadeza tocou no meu coração de rapariga sensível e as batidas rítmicas começaram a aumentar. Pensei para comigo, interrogando-me: mas o que é isto?

Chegados à praia a tua família, que era conhecida da minha, ficou tão perto que os toldos quase se uniam…

A maré estava baixa. Apressei-me a despir a blusa e a saia e fui a correr para dentro de água, pois já tinha saído de casa com o fato de banho vestido. Nesse tempo, não me recordo de existirem vestiários…

Foi aí que a nossa história começou. Não nos conhecíamos porque eu estudava no Algarve e tu em Lisboa. As nossas idades eram linhas paralelas e íamos no ano lectivo que se seguiria às férias para entrar (imagine-se onde?) na mesma cidade Universitária. Tu ias para Direito e eu para Histórico-Filosóficas. Num ápice já sabíamos os sonhos de cada um de nós. E estávamos tão próximos…

Durante as noites desse mês de Agosto e depois de Setembro, os bailes sucediam-se. Começamos a dançar os dois, tangos, boleros, “pasos dobles! e rock. O rock era a minha perdição. Tu dançavas divinamente e eu ouvia a minha família em tom de censura dizer: ”rapariga devias ir para o circo”. Mas, isso era-me indiferente. No dia 29 de Agosto, data que se festeja o S. João Baptista pediste-me, formalmente, namoro. Será que não nos namorávamos já?

Depois, eu timidamente, disse: “oui”, uma maneira mais envergonhada de dizer: sim quero.

A nossa vida académica decorreu sem aflições e quando terminámos os nossos cursos, tu como advogado, eu como professora, dissemos que sim, na igreja de Santo António, em Lisboa.

Os nossos filhos dizem a sorrir: os pais estão sempre a namorar. 

Namorar entre os 41 e os 50 anos

É comum dizer-se que os namoros começam durante o Verão e nisso, existe uma certa verdade.

O nosso namoro começou na Praia do Estoril. A minha família tinha casa perto e era a praia a que eu tinha acesso mais fácil. Além do mais, era um espaço público muito bem frequentado, nada tendo a ver com a pirosada actual resultante da mistura de raças que transportam consigo grandes rádios e em que cada grupo toca, em alto som, os batuques que lhes corre nas veias.

Estoril hoje? Não, por favor!

Mas, foi ali que o nosso namoro começou e foi ali na capela da tia Camila Carneiro Pacheco que nos casámos. 

Hoje, nada é como no tempo da nossa juventude, nem os bailes do Casino, nos domingos à tarde, onde íamos lanchar e dançar têm qualquer relação com o que eram nos Anos 60 e inícios de 70. As raparigas vestiam-se a rigor e os rapazes com os seus fatos, camisa e gravata eram uns príncipes se os compararmos aos desmazelos que se vê naquele espaço outrora de uma certa elite.

Porém, as nossas férias transformaram-nos em exploradores de ilhas exóticas. Lembraste meu amor da primeira vez que fomos à Polinésia? Ainda eramos jovens e percorremos todos os caminhos possíveis.

Depois, todos os anos temos viajado sempre por destinos idílicos. Não é para sedimentarmos mais e mais o nosso amor. Não precisamos disso. Somos cúmplices de todos os instantes.

O ano passado estivemos numa ilha deslumbrante. No ar perdurava um cheiro de magníficas ilusões: orquídeas como risos e outras flores cujo nome não sei escrever em português, atapetando o chão. Caminhávamos como nos sonhos perfeitos sobre pétalas macias das mais variadas cores. Quase me ajoelhei a agradecer a Deus por nos ter dado tanta beleza.

Perto da praia, um mar de verde e de corais, era mesmo um luxo que a natureza nos ofereceu, para reinventarmos todos os sonhos paradisíacos. 

Namorar entre os 51 e os 60 anos

Pegaste-me nas mãos e eu fui. Guiada por ti, mantive os olhos fechados conforme me pediste, confiei sem dificuldade. Entrei no carro, ajudaste-me a colocar o cinto e acariciaste os meus cabelos com a suavidade de um gesto doce e lento. “Só mais um pouco” prometeste e eu sorri, feliz por este jogo. Lembro de olhar os meus pais quando tinham a idade que eu tenho agora e pensar que nesta altura eu seria uma senhora muito séria e afinal aqui estamos os dois, divertidos como adolescentes.

Chegámos e saio do carro ainda de olhos fechados e sinto de imediato aquele fresco de algas que só existe num lugar que é o meu centro do Universo e sorrio. Então ouço a tua voz junto de mim: “podes abrir os olhos” e então desvenda-se diante de nós, o mar imenso da praia de todos os verões e sobre ele os longos cabelos dourados de uma tarde que vai saindo de nós, de mansinho.

Hoje farei magia com o tempo, meu amor. O sol ficará assim, pousado no mar como se de um parapeito no jardim se tratasse e nós com ele ficaremos até que o sono nos vença e nos faça regressar. Sinto e sei que o universo nos observa para lá do mensurável e visível, muito além do que possamos saber.

Até que a nossa música se silencie, até que os seixos se tornem poeira, até sempre seremos cúmplices neste namoro de sempre e para sempre. Aqui será sempre o nosso lugar especial e a ele nunca diremos adeus.

Namorar entre os 61 e os 70 anos

Olho para as fotos do nosso namoro e sorrio com as gargalhadas que nelas eu lembro, as brincadeiras, passeios e surpresas constantes. Depois folheio o álbum e viajo então pelas memórias do nosso casamento um dia que pareceu não ser, uma levitação permanente, um raio de lua e de sol abraçados, horas de magia como se vivêssemos um sonho perfeito.

Hoje é também o nosso dia.

Os filhos e netos brincam connosco por nos saberem eternos apaixonados. Dizem que parecemos uns adolescentes de mãos dadas, beijo fácil e constantes palavras ternas. E dizem estas coisas de olhos marejados de emoção e nós sabemos o quanto os inspira a nossa história.

Amo-te meu amor. Com um amor tranquilo, sem sobressaltos, sustos ou receios. E é tão deliciosamente bom amar assim. Olhando o mesmo fio de horizonte, a mesma luz do dia, saboreando cada mergulho dos dias.

Hoje é também o nosso dia

Espero por ti e quase consigo sentir o teu perfume a anunciar-te. Pus a mesa como se fosse o primeiro jantar das nossas vidas, as velas ostentam uma chama elegante que se eleva numa sublime dança de bailarina, coloquei o serviço de porcelana que serviu no casamento da avó Cecília e que tu adoras, perfumei suavemente a casa, e sim, não esqueci de regar as plantas nem de dar comida ao gato que dorme sorrindo.

Ouço a chave na porta e vejo a luz do teu olhar e como se tivéssemos ensaiado desejamos em simultâneo “Feliz dia dos Namorados, meu amor”.

de todos os verões e sobre ele os longos cabelos dourados de uma tarde que vai saindo de nós, de mansinho.

Hoje farei magia com o tempo, meu amor. O sol ficará assim, pousado no mar como se de um parapeito no jardim se tratasse e nós com ele ficaremos até que o sono nos vença e nos faça regressar. Sinto e sei que o universo nos observa para lá do mensurável e visível, muito além do que possamos saber.

Até que a nossa música se silencie, até que os seixos se tornem poeira, até sempre seremos cúmplices neste namoro de sempre e para sempre. Aqui será sempre o nosso lugar especial e a ele nunca diremos adeus.

Namorar depois dos 70 anos

Namorar dos 70 anos em diante

Comecei a sentir o meu coração palpitar por ti no dia em que, na fazenda da minha família, no Algarve, desci as escadinhas laterais da nora por onde circulavam os alcatruzes que traziam a água para as regas da horta. Tu, tinhas no olhar a aflição de quem tem receio de perder uma pessoa muito querida e foi, por isso, que o meu olhar se prendeu no teu. Desci para apanhar avenca muito verde e linda para dar mais encanto às rosas que iriam adornar a mesa do nosso jantar. Quando agarraste as minhas mãos tremias como se tivesses receio de me perder. E eu estava diante de ti alegre e feliz.

Sempre fui exuberante como as rosas vermelhas que iria colocar na mesa e tu sempre tiveste a mesma timidez de sempre, aquela que continua a mostrar a tua grandiosidade própria dos seres que convivem com a criação e a identificam com o sentir.

O jantar, bifes de atum com salada de tomate, foi divino.

Como ainda era dia, fomos até junto do tanque grande, de pedra, espreguiçar os nossos olhares e foi quando tu agarraste a minha mão e perguntaste se era capaz de a dar a ti. Lembro da gargalhada que soltei. Ficaste meio tímido, mas insististe. Eu, mais atrevida do que tu, respondi: dou-te o meu coração para sempre, aceitas? Ficaste ruborizado e deste um beijo em cada uma das minhas mãos.

Deus sabe a alegria que senti. Ficámos muito felizes. Foi o primeiro momento do nosso namoro e o prenúncio do nosso casamento que sucedeu três anos mais tarde.

Marido e mulher, a nossa vida foi uma aliança sem sobressaltos, sem modernidades radicais, mas com a determinação e a audácia para vencermos qualquer dificuldade que ensombrasse o nosso futuro.

O nosso namoro festeja-se no dia 14 de Fevereiro e a nossa união continua como o mais eloquente dos mundos.

Alexandra Matias Jewellery

Sugestões para o Dia dos Namorados

Alexandra Matias Jewelry

A Magia das Jóias

No Dia dos Namorados os anéis estão à cabeça de qualquer outra escolha já que simbolizam através do seu aro redondo – o princípio sem fim.

Na China, o anel representa o ciclo indefinido sem solução de continuidade. O anel na civilização romana acompanhou as transformações na vida social. No séc. II da nossa era, o anel de ouro foi introduzido nos esponsais como símbolo de fidelidade.

No Cristianismo o anel simboliza a ligação fiel livremente aceite. Ele está ligado ao tempo e ao cosmos.

Os anéis têm uma história infinita que a Moda&Moda desenvolveu em 1990 num trabalho de investigação realizado por Marionela Gusmão. Os anéis vêem pois dos tempos felizes em que os bosques de brisas perfumadas eram consagrados às ninfas e aos faunos acompanhando os seus sonhos de quimeras na misteriosa noite. Escutavam então a flauta de Pan e dançavam sem fim, faziam anéis e coroas de flores silvestres que só abandonavam quando se escondiam nas fontes.

Os anéis datam, pois, dos tempos das lendas que todos os dias os ressuscitavam até que a aurora anunciasse a manhã.

Os anéis sobreviveram ao fogo das piras sagradas, à agonia de Cassandra, à beleza de Cleópatra…

Os anéis subsistiram à época das Cruzadas e dos guerreiros de Afonso Henriques assim como das damas a donzelas que escutaram, deleitadas, as canções dos trovadores. Vieram, pois, da Idade Média para a Renascença, resistindo ao tempo como as gárgulas góticas das catedrais.

Conheceram os esplendores da renascença portuguesa e enriqueceram-se com diamantes quando os nautas portugueses descobriram a Índia.

Foram tema de escritos e conversas entre personagens de rara ilustração, tais como Luisa Sigeia de Velasco e a princesa D. Maria, filha de D. Manuel I e de D. Leonor.

Brilharam à luz das tochas que iluminaram os brocados e os veludos, as pérolas em cachos os olhares furtivos dos amantes procurando distracção nas paisagens bíblicas das tapeçarias.

A moda dos anéis permaneceu em metal com ou sem pedras e diamantes.

Os anéis de compromisso dos séc. XVII e XVIII vêm da noite dos tempos e foram pequenos faróis a iluminar paixões.

E até à actualidade nunca mais pararam. Andaram de salão em salão nos dedos das fidalgas. Foram à missa às igrejas do Chiado, passearam-se de coche e cadeirinha, aos solavancos, pelos empedrados do Rossio.

Acompanharam, fielmente, as fiéis e as infiéis.

Permaneceram nas pinturas dos artistas que os souberam reproduzir.

Adornaram as mãos que também falam e reflectem emoções visíveis ou escondidas.

É um presente de eleição para no séc. XXI, depois de o Homem ter ido à Lua, a mulher amada receber do homem da sua vida num anel todo o símbolo que eterniza o amor de ambos.

Marionela Gusmão

Perfumes I Mundos subtis

O Ambiente perfumado do Dia dos Namorados

 

Habitantes da orla dos sonhos, os namorados quer estejam na faixa etária da juventude ou já tenham adquirido o estatuto de “séniors”, não prescindem dos rastos espirituais, a um tempo etéreos e concretos, que tocam música perfeita, traduzindo-lhes nos seus corpos a sensualidade da vida, a mesma que é capaz de guardar lembranças de aromas que ambos recordam com saudade e ternura.

Os namorados enternecem-nos. Só alguém enamorado consegue inspirações perfeitas. Só os perfumes mais divinos, guardamos na memória. É, por isso, que sempre encontramos nos perfumes a prenda ideal para oferecer entre namorados. Música e perfume compõem-se nas notas. Música e perfume têm ritmo, acordes, melodia. No Dia dos Namorados vamos fazer das músicas perfeitas – inspiradas na comunhão dos deuses – a memória futura para revivermos sempre?

Sim! Vamos!

 

Marionela Gusmão

Elizabeth Arden I My Fifth Avenue - New York 

 

 

A empresa Elizabeth Arden, continuadora dos segredos da marca, garante que este aroma “My Fifth Avenue” é uma celebração olfactiva do direito de ambição da mulher em homenagem ao legado de Ms. Arden.

E diz ainda que este perfumante é uma ode à cidade vibrante de Nova Iorque e às mulheres dinâmicas, vencedoras que a habitam ou visitam todos os dias.

Esta “Minha 5ª. Avenida” é, para nós, uma homenagem à grande mulher que foi Elizabeth Arden – valente empreendedora, com uma visão muito alargada, que mudou o seu nome de baptismo – Florence – para este que a tem perpetuado, sendo que o seu 1º. Salão de Beleza abriu em 1910 numa loja da Quinta Avenida, em Nova Iorque, com o novo nome de Elizabeth Arden, ainda na "Belle Époque". A propósito deste famoso período é de recordar uma frase de Guy de Maupassant, o escritor que escreveu a célebre frase:  "Já não sabia se respirava música ou se escutava perfumes".

Desnecessário será dizer que a loja Elizabeth Arden, em pouco tempo, se tornou um local de culto para as mulheres que se preocupam com a beleza.

Por agora, apenas celebramos a audácia e a sabedoria de Elizabeth Arden no mundo dos perfumantes com a convicção de que esta fragrância celebra a paixão que nasce no coração e na alma da cidade de New York.

O “slogan “deste lançamento assenta num bom conselho: “AGARRE AS OPORTUNIDADES”. E este novo aroma é de agarrar, especialmente nesta época festiva do Dia dos Namorados que os E.U.A. são especialistas em celebrar.

Não hesite compre já a novidade olfactiva de Elizabeth Arden. Espalhe por onde passa o aroma frenético da cidade dos sonhos - aquela que não dorme…

Coach I Coach For Men  

Recordar um pouco da história de Coah nunca soará a demasiado. Na revista Moda & Moda apreciamos histórias reveladoras do melhor que existe no espírito humano.

A história da COACH, começou em 1941 graças à iniciativa de dois imigrantes sobreviventes dos campos de concentração da Polónia. Cedo, a marca COACH, com chancela americana,  afirmou-se como sendo de “luxo acessível”, traçando rapidamente o caminho de sucesso que conquistou milhares de consumidores com seus produtos, especialmente artigos de couro para homens, num estilo elegante, inspirado nas caleches. Actualmente, o requinte e a atitude Coach prolongou-se ao universo dos aromas.

A pensar no espírito sonhador e independente do aventureiro rebelde que existe em homens especiais, Coach lançou a nova fragrância Coach For Men.

Quando se escolhe um perfume, não o fazemos de ânimo leve porque o aroma que nos acompanha deve ser o espelho do que somos, anunciando a todos, sem precisarmos de palavras, o que desejamos da vida, qual o destino que estamos a desenhar. Coach For Men é pensado para o homem curioso e confiante, romântico e criativo e é um aroma que desperta emoções e que retrata uma atitude que sendo Nova Iorquina é universal no espírito moderno, vibrante e livre que encerra

A fragrância de Coach For Men abre com uma nota de saída vibrante de pêra verde Nashi, fresca e efervescente. Uma explosão picante de cardamomo acrescenta complexidade, calor e um toque doce subtil. O aroma termina com uma base texturizada de vétiver – amadeirada e verde – alternando com notas de camurça e âmbar-cinzento.

Quanto ao frasco, em dégradé azul, sombrio e nocturno, evoca os códigos icónicos da Coach, contando a história da marca americana, e homenageando a sua fabulosa herança. O vaporizador em bronze imita os fechos “turnlock” da assinatura das malas Coach – um elemento que o primeiro director criativo da Coach introduziu em 1954. O “tag” acrescenta um toque final característico, idêntico aos que são colocados em cada mala Coach desde os Anos 70. O cavalo e a carruagem, símbolo permanente do artesanato Coach que relembra a tradição dos artesões de couro e fabricantes de arneses de Nova Iorque, aparece subtilmente gravado no frasco.

A universo Coach for Men tem como pano de fundo o horizonte da cidade de Nova Iorque. O homem Coach é um aventureiro urbano, um sonhador que não tem medo de arriscar e um romântico porque afinal o amor e o romance são as maiores aventuras que se podem viver.

Uma prenda para o homem moderno oferecer a si própria ou um apaixonado presente para cada uma de nós oferecer ao homem amado.

Jimmy Choo I Woman Eau de Parfum

 

Mais do que a sensualidade, é a sofisticação que se busca de forma incessante. A elegância, o luxo, a feminilidade intemporal. É disto que falamos quando nos referimos à sedução e ao requinte. Por isso quando escolhemos um aroma sabemos que ele tem que ser como nosso espelho porque dirá muito do que somos e do que desejamos que os outros vejam em nós. O impacto que causamos nos ambientes e contextos em que vivemos começa antes mesmo da nossa presença física se fazer notar porque a fragrância surge primeiro que o olhar.

Desde 2011 que a fragrância Jimmy Choo, “ The Fragrance”, oferece o fascínio muito próprio do estilo de vida Jimmy Choo, tornando-se num elemento particular entre os acessórios femininos inventados por este criador.

Com as suas notas de topo, verdes, um coração de Orquídea tigre e uma base de Caramelo e Patchouli sensual da Indonésia, este aroma realça a duplicidade feminina. Um espírito independente e elegante que evoca glamour, desejo e uma sensualidade requintada, capturado num frasco precioso, multifacetado, inspirado na opulência de um vidro de Murano.

Jimmy Choo, the fragrance destina-se a todas as mulheres com um sentido de estilo único e um gosto particular pelo luxo. Um projecto que reúne num só aroma uma narrativa única e o luxo que só a elegância sensual pode criar.

Jimmy Choo tornou-se definitivamente numa filosofia de vida. Primeiro, como uma marca de sapatos de referência, sempre acompanhada de um conjunto de acessórios completo e conquistando os corações de muitas mulheres à volta do mundo. Uma casa de acessórios de luxo que representa uma forma de interpretar o mundo e a maneira como pretendemos participar nele - Uma visão que se alargou depois ao perfume porque os aromas fazem parte da identidade de cada personalidade feminina.

Criar uma fragrância assinada Jimmy Choo é, de imediato, transmitir uma aura de força e beleza - objectivo cumprido. Jimmy Choo Eau de Parfum é um Chipré Frutado, moderno, com uma profundidade quente, intensa e amadeirada. e foi inspirado nas mulheres modernas – fortes, independentes, cuidadas, sedutoras e com uma atitude e confiança algo misteriosas. As suas notas de topo verdes, luminosas, proporcionam uma explosão inicial refrescante, com uma sensação de esplendor cintilante. No coração, uma aura intensa e exótica de Orquídea-tigre contribui para um ambiente de sedução cremosa. Como já atrás dissemos, as notas de base (sensuais) de caramelo, misturam-se com Patchouli da Indonésia para um bouquet final subtil, mas com muita sensualidade.

Símbolo de luxo, Jimmy Choo é influenciado por objectos da antiguidade e contemporâneos e por isso o frasco âmbar que envolve com requinte a Eau de Parfum é inspirado no vidro-joia colorido original da ilha veneziana de Murano. Era essencial criar um frasco precioso e delicado que fosse um objecto de desejo eterno para as mulheres. Ilustrando a importância de uma união entre o design tradicional e contemporâneo, o frasco em esfera é ornamentado com uma tampa de formato cubico preta com as suas extremidades prateadas o que lhe confere um toque vibrante de modernidade.

Indicado, nesta ocasião, para oferta do Dia dos Namorados, estamos seguros de que um perfume Jimmy Choo com estas características é o perfume ideal para agradar às mulheres muito exigentes. Vá por nós. Não hesite. 

 Inspirado num sapato em pele de piton de uma das primeiras colecções, a pele de serpente decora a embalagem que guarda o frasco. Pintada nos tons rosa vintage da casa e acompanhada do monograma elegante da marca, a embalagem evoca o desejo último pela fragrância.

Jimmy Choo I Man Intense

 

Numa reinterpretação da fragrância de 2014, Jimmy Choo apresenta agora o seu mais recente perfume masculino:

Jimmy Choo Man Intense, um novo aroma masculino, ousado e elegante. Um mundo olfactivo muito especial destinado aos homens audazes, de olhar intenso, que vivem sem hesitações com entrega e romantismo, arrebatamento e aventura. Este é, pois, um aroma onde reconhecemos claramente o arrojo de quem não teme e a paixão de quem ama. Por isso podemos dizer que se trata de uma versão mais complexa e com superior sensualidade que o aroma original.

Jimmy Choo Man Intense parte da elegância da Alfazema e do Patchouli para desenvolver esta sinfonia de aromas marcantes acrescentando pormenores de pimenta preta e um trio de notas inéditas que vêm realçar a sua base âmbarada. O Melão Honeydew confere uma frescura aquática enquanto o óleo essencial de Davana proporciona à fragrância toda a sua sensualidade. A fava Tonka acrescenta vestígios de Amêndoa e de Tabaco, desenhando simultaneamente, um perfil aromático quente e intensamente masculino.

De acordo com Anne Flipo, «Jimmy Choo Man Intense mantém a assinatura masculina original de Patchouli, ao qual se juntam notas de couro sensuais para mais intensidade».

Jimmy Choo Man Intense é, pois, um aroma Oriental Amadeirado que nos recebe com notas de Saída onde se reconhecem a Alfazema, o Melão Honeydew, a Essência de Tangerina. Depois, a viagem continua conquistando-nos com um Coração de Essência de Davana, a Pimenta Preta, o Gerânio.

 Finalmente, o aroma permanece connosco com a Base pontuada pelo Absoluto de Cistus, a Fava Tonka

e o Coração de Patchouli.

O seu namorado vai apreciar e a leitora ainda vai ficar mais apaixonada.

Feliz dia 14 de Fevereiro! Feliz Dia dos Namorados!​

Quanto ao design do frasco, Jimmy Choo Man Intense inspira-se na antiguidade. Sombrio, elegante e muito misterioso, associa o efeito negro lacado ao frio metálico do cromo. A tampa decorada com pele de crocodilo confere um toque de luxo e representa o espírito rebelde e rock’n’roll do homem Jimmy Choo.

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