COR-DE-ROSA I Cor de amor e de amar

Talvez a tradição venha dos mais longínquos e remotos alvores da Humanidade, de quando os primeiros habitantes humanos do planeta Terra se confrontaram com os mistérios e o inexplicável.

Talvez uma tribo primitiva tenha estacado diante do fulgor de uma aurora matinal ou rendido homenagem a um pôr de Sol quase fantasmagórico como aqueles que se vivem em Agosto nas praias algarvias.

De onde virá a crença de que o pôr-do-Sol é a cor do sonho? Suave magia cromática a desprender-se em luz que apazigua os espíritos e nos torna brandos, mesmo quando a exaltação nos move…

Os fenómenos são um vislumbre do obscuro, dizia Anaxágoras, o filósofo grego. Não há equívocos quanto à fenomenologia do cor-de-rosa, cor de envolvimento, simbolicamente feminina, cor de aura pacificadora. Cor de grandeza com o que céu se enfeita em momentos mágicos. Cor de mar, no nácar fenomenológico de certas conchas ou de fascinantes corais. Cor de flores magníficas e de certas rosadas, talvez mais aptas a enamoramentos.

Cor de amor. Cor de envolvência. Mistério antigo. Cor-de-rosa, cor de paz.

Um símbolo que salta para a moda, talvez na busca de um mundo melhor, onde imperem os sonhos e triunfe o que de melhor exista na nossa capacidade de sentir.

Marionela Gusmão

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