VIVAM OS CASACOS COMPRIDOS OS INDISPENSÁVEIS 

As nossas leitoras já sabem que no nosso arquivo dispomos de imagens de todas as colecções de Pronto a Vestir que desfilaram em Paris, Nova Iorque e Milão, além daquelas que mais acarinhamos, que são naturalmente, as de Alta-Costura que desfilaram em Paris e em Roma.

Material, não nos falta para fazer desta Moda & Moda, que pode ser apreciada no nosso site www.modaemoda.pt e na revista em suporte de papel que o país, na sua crise económica, não dá asas para voar mais alto.

A moda que apresentamos acaba por ser uma montra gigante do melhor que se faz no mundo, mas também incluiremos os melhores da Moda Portuguesa. Graças a Deus temos estilistas e costureiros de primeira grandeza. Não os esqueceremos. Obviamente que, neste espaço, só entram mesmo os melhores.

Os indispensáveis casacos compridos, serão apresentados, por etapas alternadas com artigos das principais tendências da moda Outono/Inverno 2016/17. Tudo de uma só vez seria um cansaço para os leitores.

Para começarmos, apresentaremos os melhores de oito marcas italianas de Pronto a Vestir, a saber: Alberta Ferretti, Bottega Veneta, Blugirl, Blumarine, Emilio Pucci, Salvatore Ferragamo e Versace. Com estas marcas vamos tentar abranger todas as tendências com a intenção de fazer com que a Moda & Moda seja para as nossas leitoras um guia visual. E… vamos apresentar, neste caso, os casacos, de vez em quando porque não pretendemos que as nossas leitoras tenham indigestões visuais, (quase o nosso caso).

Assim, sem nos desviarmos da nossa linha de trabalho, apresentamos uma série de casacos maxi, um regresso aos Anos 70, muito revistos no estilo “Gypset” que virá aqui, com um tratamento redactorial muito diferente deste.

Sempre considerámos que a peça chave de um guarda-roupa feminino é o casaco comprido. Com ele esconde-se o vestido, a saia e a blusa que já em outros anos saíram à rua. E, o povo que é sábio, sabe o que significa: o “tapa misérias”.

Primorosamente executados, em linguagem actual, os casacos destas marcas acima citadas são: em tecidos de materiais diversificados, onde avultam as lãs de muitas qualidades, umas lisas, outras em “pied-de-poule” e “pied-de-coq”, quadriculadas ou em tons que vão dos lisos vivos aos lisos neutros. Ainda dentro dos casacos maxi, também há lugar para veludos e temas psicadélicos em seda acolchoada.

Casacos pelos joelhos

Já vimos que a moda facilita o gosto de quem aprecia andar com as pernas destapadas. Para essas leitoras escolhemos os casacos que roçam a altura dos joelhos, poucos centímetros acima ou abaixo, com total exclusão dos minis, embora não signifique que o que falta por mostrar não seja ao mais puro gosto dos Anos 60.

Na nossa série de casacos pelos joelhos, são de salientar: o modelo de Emílio Pucci; os modelos de Salvatore Ferragamo com fechos “éclairs” (o que abre em tiras (genial!) e o preto e branco a fazer “evasée” em cada tira metida, é um espanto de tanta beleza que o nosso Tony Miranda faz como ninguém. Quanto aos modelos Versace, esta marca da nossa paixão, dá mais uma lição de estilo.

De salientar que todos estes casacos estão prontos a usar com botas e sapatos com saltos tão altos que deixam as mulheres em bicos de pés. Já as avisámos que a coluna não gosta dessa fantasia, que algumas vão parar ao ortopedista, mas… não nos ouvem. É pena, porque mais tarde vão ter dores e o arrependimento, nessa altura, já não remedeia nada.

Vivam os casacos compridos!

 

Marionela Gusmão

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