Elie Saab I Festejar o Carnaval, Chamando a Primavera

Elie Saab

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Verdura I Venezianos

Verdura I Máscaras

Elie Saab é, desde que o Líbano “invadiu Paris” com seis grandes mestres da Alta-Costura, um eleito da Moda & Moda e, actualmente, um artista que colocamos lado a lado a Zuhair Murad. 

Com efeito, durante muito tempo, vimo-lo como o primeiro. Depois, com as provas dadas por Zuhair Murad, consideramos que se os dois fossem pontuados, a balança ficava igual, são ambos ouro puro de 24 quilates.

Porém, Elie Saab é uma espécie de locomotiva que arranca as ideias e isso é muito notável. Na temporada que está a terminar, deu o toque de graciosidade com o vestuário das filhas como réplicas das mamãs e estamos certos que outros costureiros seguirão esse rasto.

Nesta rúbrica dedicada ao Carnaval luxuoso, onde a festa nos remete para o espírito que reina em Veneza, Elie Saab socorreu-se das andorinhas e das flores para saudar a Primavera que não tarda em chegar. Com a sua alma poética desenhou andorinhas azuis como os céus que cruzam. Andorinhas negras que a nossa louça das Caldas já imortalizou e que os turistas que nos visitam compram, como se fossem pastéis de Belém acabados de sair do forno. 

Libanês com um notável talento, Elie Saab é casado com Claudine Saab de quem tem duas filhas, uma boa razão para ter o gosto de vestir crianças para festas, sejam de aniversários, de Natal, “Réveillon”, Dia de Reis, Casamentos pomposos ou de Carnaval.

Os modelos que apresentamos numa escolha apontada para os finais de Fevereiro, quando as andorinhas começam a chegar às nossas aldeias, vilas  e cidades para construírem os ninhos onde criarão os seus filhos que depois de saberem voar seguem os seus caminhos, mantendo assim bem  viva uma espécie que, em certas cidades, faz parte da paisagem dos beirais dos telhados.

Mesmo que esta proposta, para muitas pessoas não passe de um sonho dificilmente irrealizável, não deixa de ser uma forma de reviver uma festa, cuja origem remonta ao séc. III a.C., propagando-se pela Ásia, Grécia, Egipto até chegar a Itália, França e à Península Ibérica onde ainda, todos os anos, se reacende. É curioso verificar como esta festa que dá tanto trabalho todo o ano, “morre” em cada terça-feira de Entrudo e ressuscita sempre com a mesma alegria, quer o povo se sinta bem ou mal governado. 

Talvez porque no Carnaval cada um de nós pode ser o que sonhou, ser homem e vestir-se de mulher, ser criança pobre e vestir-se de princesa rica, ser um pobre qualquer e mascarar-se de general sem cair no ridículo, fazer a festa numa sociedade recreativa como se estivesse no Palácio de Versalhes… mantém-se vivo. Este é o grande segredo da imortalidade do Carnaval. Além do mais ninguém leva a mal…

Marionela Gusmão

Verdura I Veneziano

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