Capas I ​​De manhã, à tarde e à noite

Chloe

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Delpozo

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Salvatore Ferragamo

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Elie Saab

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Ralph Lauren

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Hussein Bazaza

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A moda do vestuário que para algumas pessoas pouco conhecedoras não passa de uma futilidade, tem uma história que só por si é capaz de revelar as mais profundas pulsações da Humanidade.

A onda crescente de propostas de várias concepções estéticas, não permite uma leitura fácil, nem aos analistas económicos, nem aos historiadores do trajo, nem a ninguém. Quer dizer que o pluralismo dos estilos acarreta cada vez mais a confusão e a surpresa.

Com efeito, a moda das capas ou mantos tem vindo a desenrolar-se deste os tempos dos Sumérios, passando pelos Gregos e Etruscos, ocupando um lugar de relevo no período Bizantino, tendo lugar na Idade Média e no Renascimento Italiano. Posteriormente, foram grande luxo, mais curtas, na moda masculina europeia.

Tais como as conhecemos hoje, na moda feminina, podemos classifica-las em capas curtas, até ao joelho e até aos pés, obviamente de acordo com o fim a que se destinam, já que as mais compridas costumam chamar-se “saídas de ópera” e são confeccionadas em tecidos mais sumptuosos.

Mais práticas dos que os casacos curtos ou compridos, as capas são confortáveis, e dependendo do tecido, podem ser tão quentes como os casacos de peles.

Na nossa escolha há modelos variados. E, é bom recordar que este espaço não é nenhum catálogo de vendas. Aqui, informamos apenas o que os costureiros e estilistas criaram, ajudando dessa forma a informar as leitoras para as suas possíveis compras.

Capas de colocar sobre os ombros, tapando os braços ou com abertura para os enfiar os braços, nos mais variados tecidos e cores, com motivos étnicos ou europeus, será que no meio de toda a confusão que assola o mundo aquele velho conceito de “quem tem capa sempre escapa”, contribuirá para que esta moda conheça tão grande aceitação? Talvez!

Na nossa escolha, fugimos convictamente, aos capuzes. Não vá alguém confundi-los com burkas! Aqui, só admitimos chapéus para complementar com as capas.

 

Catarina Bacelar

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