INDISPENSÁVEIS ACESSÓRIOS

Quando em cada país se dá a passagem para o ano 2017, (de todas as esperanças9, na hora dos abraços fraternos que unem milhões de pessoas em todo o mundo, o vestuário tem um valor importante, mas por mais que ele siga todas as regras da elegância, nenhuma mulher está vestida a rigor se as bijutarias e as jóias (se as houver!), não falarem a “linguagem” da harmonia. Não há Santo que lhe acuda. Se o calçado, não estiver em sintonia com o conjunto, também nem que seja a melhor actriz ou a milionária mais importante, fica reprovada no exame.

Malas, luvas, colares, brincos, anéis, devem ser obrigatoriamente conjugados com a elegância e a criatividade que conduzem à perfeição.

Suponho que não constitui novidade para ninguém que fui durante muitos anos directora de imagem de personalidades conhecidas e que posso divulgar e de figuras nacionais importantes a que o segredo assumido me impede de referir e antes do 25 de Abril na RTP e, posteriormente, na mesma empresa, cuja camisola está agarrada à minha pele.

Estamos no terceiro milénio e no rigor da harmonia nada mudou. O protocolo, por vezes pontapeado por figuras que deveriam ter mais cuidado e socorrerem-se de quem sabe como se deve ir a uma recepção importante, tem andado muito “out”. E porquê? É simples, porque julgam, erradamente, que o seu estatuto é tão alto, que tudo lhes é permitido. Puro engano! Depois, fazem o papel ridículo e há quem brinque com esses dislates. E Portugal, fica mal no retrato.

Os acessórios que apresentamos não passam de exemplos. Não estamos à espera que quem nos lê, vá a Paris comprar os sapatos do Zuhair Murad, mas servem para dar a ideia de como já é tempo de sairmos da bacoquice nacional.

Sejamos, pois, positivos, porque festejamos mais um ano da nossa existência quer tenhamos 17 ou 71 primaveras, começando em beleza, elegância e alegria o ano de 2017, esperando que as promessas eleitorais que as pensões, que o Governo anterior retirou por não ter vergonha, (já que deveriam ser intocáveis), iam ser repostas. Até agora, só vi dar a quem nem tem direito, e repor aos pobrezinhos, esquecidos que foram os das pensões mais altas que trabalharam muito e no duro, aguentando o “barco”, ou seja os que contribuíram para que as gerações anteriores recebessem o que era seu. É uma injustiça que espero ver reparada.

Nunca escrevi de Moda como um assunto fútil. A Moda é uma indústria e Portugal foi um grande país na produção de têxteis. Sempre tratei a Moda como uma área das Artes Decorativas, baseada na História, não me poupando a canseiras de estar presente em todo o mundo onde a moda, aquela que marca, acontece, ou de ter colaborado na instalação do Museu Nacional do Trajo na montagem da instituição, doando peças, emprestando outras da minha colecção, colaborando com Museus de Moda internacionais.

Escrevo muito de Artes Plásticas e faço-o sempre que as exposições acrescentam algum valor aos meus compatriotas.

Faço votos para que em Portugal, as festas da passagem de ano estejam ao nível da tão apregoada Comunidade Europeia. Têm que nos olhar como iguais e não como os “coitadinhos”. Já chega!

Desejamos que a passagem de 2016 para 2017 constitua uma cadeia de solidariedade humana, um aviso de esperança, de luta pela paz que una toda a gente de boa vontade, que enche o mundo de lés-a-lés.

Nos brindes com Champagne ou com Espumante, nas doze passas de uvas das tradições, que Deus nos ouça para que se cumpra os meus melhores votos de amor fraterno e de respeito pela dignidade Humana.

 

Marionela Gusmão 

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