Capas I Conforto a qualquer hora

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As capas são peças de vestuário com muita história. Com muitas variantes entre a capa pluvial, a romeira, a capa de muitas religiões católicas, a casula, ou seja todas as vestes circulares que têm uma abertura no pescoço, abertas à frente ou não, evocando o “domo”, que representa, universalmente, a abóbada celeste.

As construções dolménicas, os túmulos micénicos, diversos templos rupestres, da Índia à Coreia, têm o significado geral de domo.

Os egípcios representavam o céu sob a forma da deusa Nut, com o corpo curvado, apoiando-se no chão com a ponta dos dedos das mãos e dos pés.

Mas, para escrevermos das capas que nos servem de agasalho ou para compor a figura masculina e aquecer nas lides do trabalho e, especialmente, a feminina no dia-a-dia e nas horas das festas, não é necessário desfiar as contas do rosário da história da Humanidade. Basta ver nas capas um simbolismo ascensional e celeste, tal como a casula que o sacerdote veste nos rituais da Igreja católica, para as identificar com o eixo do mundo, sendo as capas a tenda celeste, onde se encontra Deus.

Quanto às capas que as carmelitas usam sobre o hábito, já podemos afirmar que datam de 1105.

Desconhecemos a data em que a paisagem do interior de Portugal continental começou a contar com as capas e sobrecapas que os homens não dispensam nos dias frios, tais como a coroça, a capa de Honras, a capa da Serra da Estrela, que veio descendo até ao Alentejo, não sendo difícil encontrar um pastor de capa, do mesma lã castanha e feitio, nas serras algarvias.

Este texto, de moda feminina, só pretende provar que as capas são difíceis de datar, pois nem aquela que faz conjunto com a batina dos estudantes de Coimbra, tem uma data comprovada.

Esta temporada do Inverno 2017, quis prestar honras às capas, e é por isso, que as incluímos nas nossas escolhas para que as leitoras se informem e se inspirem.

A terminar, lembramo-nos do velho ditado popular que diz: “quem tem capa, sempre escapa”.

Vamos escapar-nos dos problemas que nos ameaçam? Vamos!

Catarina Bacelar

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