Cintos Verão 2016

Omnipresentes no Verão que tem tardado em chegar, os cintos são acessórios imprescindíveis. Eles contornam a cintura, as ancas e mesmo o ventre e usam-se descaídos, duplos, muito justos, largos, estreitos em cordame, bordados como a proposta da dupla Dolce & Gabanna, elásticos unidos por fivelas que ostentam a Medusa de Versace, ultra-femininos, todos eles para qualquer hora do dia ou da noite.

Hoje, que a moda do vestuário vem registando um novo interesse junto das classes intelectuais e já não é vista como um acontecimento secundaríssimo do modo de trajar, pelo contrário, passou a ser olhada como uma componente fundamental da cultura das sociedades em geral, cumpre-nos informar que o uso dos cintos data da civilização egípcia, mais ou menos por volta do séc. XV a.C., com incursões na civilização persa durante o ano V a.C., grega especialmente no séc. IV a.C. até se impor no período Gótico dos séc. XIII, XIV e XV da nossa era. De então para cá o Renascimento italiano, muito raramente dispensou os cintos, moda que entrou nas outras cortes europeias e, desde então, raramente ficaram esquecidos, sendo excepção a 1ª. metade do séc. XVIII, durante o estilo Regência e o Rocaille, assim como o Directório e o Império. No traje feminino, os cintos ressuscitaram no período chamado “Restauração” e em boa verdade, saírem da moda, completamente, nunca mais aconteceu.

 

Este ano, que não tiver cintos para variar o “look” dos seus trajes, arrisca-se a ficar “out”.

 

Marionela Gusmão

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