Chapéus… de cabeça coberta

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DolceGabbana

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JeanPaulGaultier

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Gucci

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CurielCouture

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De cabeça coberta e em liberdade! De cabeça coberta com fantasia e graça! De cabeça coberta com garridice, com cerimónia, com criatividade.

Se ainda não se deram conta, os lenços à Anos 60, os turbantes garridos, colocados com arte, os chapéus em tecido com abas, lenços a prender os cabelos com pontas caídas ou laçadas, tudo o que já se viu, está aí de novo. Até as boinas do Guevara em cores garridas não escapam.

Nesta onda de cabeças cobertas, o nosso muito amado Jean Paul Gaultier foi até Marrocos e desencantou, talvez ao som de uma flauta que tenha feito subir uma serpente e captou um “Fez”, dois, três… que Yves Saint Laurent tanto amava.

Ah!!!!  Como faz falta saber a História da Moda! Não escreve de moda quem quer. É absolutamente necessário saber interpretar, saber datar, saber…

Cruzar na rua com uma mulher de chapéu não significa que a mesma já tenha mais de setenta anos. Até pode ter trinta e nem ir a qualquer cerimónia especial e nem sequer ser uma excêntrica.

No verão 2016, o “atrevimento” é, cada uma de nós cobrir a cabeça ou andar com os cabelos ao vento, conforme lhe apetecer. Em liberdade! 

Marionela Gusmão