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Casacos compridos OI 2020/21

Todas as leitoras que me conhecem não ignoram a minha paixão pela moda do vestuário. Comecei por coleccionar peças antigas dos séc. XVIII, XIX e princípios do séc. XX, até ser convidada pelos  responsáveis pela Feira de Antiguidades da FIL, onde pela primeira vez, em toda a minha vida, tive a coragem de expôr uma parte da minha colecção de moda do vestuário (roupa interior (lingerie) vestidos de festa e acessórios do séc. XIX e com isso deixei a minha querida drª. Maria José, directora do Museu de Arte Antiga, a felicitar-me e a dar-me alento para continuar. Modéstia àparte o meu stand era aquele em que os visitantes mais se demoravam. Admirada comentava com a minha familiar baronesa de Resende que sempre me acompanhava e com o meu marido que nunca levou muito a sério a minha paixão pelo coleccionismo, sem nunca me criticar. Não esperava que as velhas luvas que jaziam nas gavetas da casa da minta tia Teresa, condessa de Tavira, que tanto acarinhei, alcançassem um tal interesse entre os visitantes. 

Ora, o 25 de Abril aconteceu em pleno periodo da exposição e, confesso, tive algum receio de que a minha mostra fosse beliscada. Apenas, o que aconteceu foi a desmarcação da presença do Prof. Marcelo Caetano que nesse mesmo dia tinha uma visita marcada à Mostra.

Os coleccionadores particulares estavam todos no andar superior e no meu stand a paragem era sempre tão demorada que os visitantes chegavam a voltar mais uma vez. 

Depois, surgiu o Museu do Trajo e a minha amizade com a Drª. Natália Correia Guedes levou-me a ser a primeira colaboradora daquele museu que hoje está muito adormecido, apesar de ter nascido com um grande impacto. Os meus colegas do jornalismo admiraram-se muito com a minha colaboração incansável no Museu e, também, ajudaram a divulgá-lo. 

Daqui a escrever de moda foi um passo, pois o Oliveira Pinto da RTP veio deitar uma mão à TV Guia e pediu-me para que escrevesse sobre moda. Aceitei o desafio e parece-me que venci.  Depois, comecei a sentir necessidade de ir mais longe. O que se passava em Portugal era pouco para quem pretendia informar as leitoras com mais exactidão e, foi assim, que em pouco tempo passei a membro da Chambre Syndicale, em Paris, e a assistir a todos os desfiles de Pronto a Vestir. Mas… havia outra meta a atingir: a Alta Costura!.

 

Depois de já ter a França vencida dei novo passo para o Pronto a Vestir Italiano, primeiro em Florença, depois em Milão. Cheguei lá e entrei pela porta alta, graças à minha amiga embaixatriz Evi Pini e à Viscondessa Erika de Vignial, responsável pela Helena Rubinstein em Paris, empresa que tinha adquirido o Giorgio Armani. Dali, comecei a ibcluir no meu roteiro a Alta Costura Italiana com o Valentino como imperador. Mas, quando o Valentino se zangou com o Presidente da Câmra de Roma e veio para Paris, a capital italiana em termos de moda nunca mais alcançou o lugar que já era seu por direito próprio. Todos os olhares se viraram com mais força para Paris.

Faltava-me a América, mas isso já era uma ambição demasiada e só depois de ter nascido esta revista, a minha “Moda & Moda”, consegui através da Profª. Drª. Theresa Lobo, ter materiais dos desfiles de Nova Iorque, já que ela é nossa colaboradora e americana de nascimento, deslocando-se àquele continente com  grande facilidade.

Entretanto, a Drª. Natália Correia Guedes saíu do Museu do Trajo e o que aquela entidade me poderia pagar era menos de metade do que eu ganhava. Pela minha parte, nada feito com o Museu. Ainda prestei alguma colaboração mas ficar até nascer a madrugada a montar exposições, isso não.

A Moda & Moda ocupava-me muito tempo e durante muitos anos acompanhei o crescimento da TV Guia. Hoje, volvidos tantos anos, gostaria de saber quem foi a jornalista que motivou as agências de publicidade a exigirem que os seus anúncios ficassem junto das minhas páginas pagando 30% de taxa de colocação. É uma curiosidade que me assiste.

Porém, tudo isto é passado e nós estamos a entrar na temporada Outono/Inverno 2020/2021. Daí que todas estas memórias que fazem parte da minha vivência me tenham acorrido à memória pois dei comigo a sentir que o tempo apenas se renova e que os Casacos compridos, ditos de abafo, aqui estão como uma regra de ouro da qual não podemos prescindir. Há já largas décadas que a leitura do “Homem da Neve” de Georges Sand, fez nascer em mim a paixão pelos fantoches, expressivas caricaturas humanas, que as nossas mãos amnejam, gesticulam, com a vida que nós lhes damos, e caem inertes quando o nosso espírito as abandona. Lembro-me sempre deles qundo entro nos bastidores das salas onde se deram os desfiles e vejo as peças de vestuário atiradas em monte…

Um casaco comprido sem um corpo que o anime é um monte de tecido sem vida e sem graça. E, por isso, é importante que entre vestuário e corpo haja uma união perfeita.

A sábia escolha da cor é um bom auxílio. Por exemplo, uma mulher muito magra não deve usar riscas verticais, tal como uma senhora forte nunca deverá incluir no seu guarda-roupa modelos com estampados gigantes.

Já há bastantes anos que os estilistas criaram uma regra de ourpara o uso do casaco comprido, uma peça do vestuário femino que tal como as gabardinas para os dias de chuva exige, em particular, a maior simplicidade.

 

Marionela Gusmão

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