Cor-de-Rosa I Aquele Pôr do Sol de Agosto

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Alexandre Maitrepierre

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Talvez venha a tradição dos mais longínquos e remotos alvores da Humanidade,  de quando dos habitantes humanos do Planeta se confrontavam com os mistérios e o inexplicável. Talvez uma tribo primitiva tenha estacado diante do fulgor de uma aurora matinal ou rendido homenagem a um pôr de Sol fantasmagórico semelhante às tardes de Agosto da minha casa no Alto de Albufeira de costas para o mar e virada em frente à zona montanhosa.

De onde virá a crença de que o cor de rosa é a cor do sonho de jovens enamorados?

Aquele pôr de sol de Agosto tem  uma luminosidade que faz vibrar os espíritos mais moribundos e é mesmo um fenómeno mágico que enfeita o céu. Não há equívocos quanto à fenomelogia do cor-de- rosa, cor de envolvimento, simbolicamente feminina, cor de aura purificadora. Cor de grandeza, com que enfeita os céus em momentos mágicos. Cor de mar, no nácar femenológico de certas conchas, ou de corais fascinantes.

Cor de flores magníficas de certas peles, talvez mais aptas a ornamentos. Cor de amor. Cor de envolvência. Mistério antigo. Cor-de-rosa. Cor de paz. Um símbolo que salta para a moda, talvez na busca de um mundo melhor, onde imperem os sonhos e triunfem todos os que são contra as guerras que fomentam ódio e miséria. Queremos um mundo em PAZ onde triunfe o que de melhor exista na nossa capacidade de sentir.

Marionela Gusmão