Os Mestres da Arquitectura Contemporânea do Japão

Toyo Ito

Sendai Mediatheque, Miyagi, Japão. 1995/2001. Toyo Ito & Associates, Architects. Modelo acrílico. Crédito da fotografia: 2015 Toyo Ito Colecção The Museum of Modern Art, New York. Gift of the architect in honor of Philip Johnson. Cortesia MOMA, The Museum of Modern Art, Nova Iorque

Toyo Ito

Sendai Mediatheque, Miyagi, Japão. 1995/2001. Toyo Ito & Associates, Architects. Modelo acrílico. Crédito da fotografia: 2015 Toyo Ito Colecção The Museum of Modern Art, New York. Gift of the architect in honor of Philip Johnson.

Toyo Ito

Sendai Mediatheque, Miyagi, Japão. 1995/2001. Toyo Ito. Crédito da fotografia: Naoya Hatakeyama Cortesia MOMA, The Museum of Modern Art, Nova Iorque

Toyo Ito

Sendai Mediatheque, Miyagi, Japão. 1995/2001. Toyo Ito. Crédito da fotografia: Naoya Hatakeyama Cortesia MOMA, The Museum of Modern Art, Nova Iorque

Toyo Ito

Edifício Tod’s Omotesando, Tóquio. 2002/04. Toyo Ito. Crédito da fotografia: Nacása & Partners Inc. Cortesia MOMA, The Museum of Modern Art, Nova Iorque.

Toyo Ito

Meiso no Mori Municipal Funeral Hall, Gifu, Japão. 2004/06. Toyo Ito. Crédito da fotografia: Toyo Ito & Associates, Architects. Cortesia MOMA, The Museum of Modern Art, Nova Iorque.

Toyo Ito

National Taichung Theater, Taichung, Taiwan, 2005. Toyo Ito. Cortesia Toyo Ito & Associates Architects.

Toyo Ito

The International Baroque Museum, em Puebla, Mexico, 2005. Toyo Ito.

Toyo Ito

Tower of Winds, Yokohama, 1986. Toyo Ito.

Toyo Ito

Toyo Ito.

Toyo Ito

Serpentine Pavilion, 2002, London. Toyo Ito. Fotografia: Sylvain Deleu, Nick Gutteidge.

Kazuyo Sejima

The New Museum of Contemporary Art, New York, 2007. Kazuyo Sejima, SANAA. Crédito da fotografia: Kazuyo Sejima & Associates. Cortesia The New Museum of Contemporary Art, New York.

Kazuyo Sejima

Sumida Hokusai Museum, 2018. Kazuyo Sejima, SANAA. Crédito da fotografia: Kazuyo Sejima & Associates.

Kazuyo Sejima

Nishinoyama House, Quioto, Japão. 2010/14. Kazuyo Sejima, SANAA. Crédito da fotografia: Kazuyo Sejima & Associates. Cortesia MOMA, The Museum of Modern Art, Nova Iorque.

Kazuyo Sejima

O 21st Century Museum of Contemporary Art, Kanazawa, Japão. 1999/2004. SANAA. Crédito da fotografia: SANAA Cortesia MOMA, The Museum of Modern Art, Nova Iorque.

Kazuyo Sejima

O 21st Century Museum of Contemporary Art, Kanazawa, Japão. 1999/2004. SANAA. Crédito da fotografia: SANAA Cortesia MOMA, The Museum of Modern Art, Nova Iorque.

Kazuyo Sejima

Edifício DIOR OMOTESANDO, 2003. SANAA

Kazuyo Sejima

Edifício DIOR OMOTESANDO, 2003. SANAA

Ryue Nishizawa

Towada Art Center, Aomori, Japão. 2005/08. Ryue Nishizawa. Crédito da fotografia: Office of Ryue Nishizawa Cortesia MOMA, The Museum of Modern Art, Nova Iorque.

Ryue Nishizawa

Teshima Art Museum, Kagawa, Japão. 2004/10. Ryue Nishizawa. Crédito da fotografia: Office of Ryue Nishizawa Cortesia MOMA, The Museum of Modern Art, Nova Iorque.

Ryue Nishizawa

Teshima Art Museum, Kagawa, Japão. 2004/10. Ryue Nishizawa. Crédito da fotografia: Office of Ryue Nishizawa Cortesia MOMA, The Museum of Modern Art, Nova Iorque.

Ryue Nishizawa

Hiroshi Senju Museum, Nagano, Japan. 2007/10. Ryue Nishizawa. Cortesia MOMA, The Museum of Modern Art, Nova Iorque.

Ryue Nishizawa

Hiroshi Senju Museum, Nagano, Japan. 2007/10. Ryue Nishizawa. Cortesia MOMA, The Museum of Modern Art, Nova Iorque.

Sou Fujimoto

Casa N, Oita, Japão, 2007/11. Sou Fujimoto. Crédito da fotografia: Iwan Baan Cortesia MOMA, The Museum of Modern Art, Nova Iorque.

Sou Fujimoto

Casa NA, Tóquio, 2007/11. Sou Fujimoto Crédito da fotografia: Iwan Baan Cortesia MOMA, The Museum of Modern Art, Nova Iorque.

Sou Fujimoto

Casa NA, Tóquio, 2007/11. Sou Fujimoto. Crédito da fotografia: Iwan Baan Cortesia MOMA, The Museum of Modern Art, Nova Iorque.

Akihisa Hirata

H Masuya Showroom, Niigata, Japão. 2006/07. Akihisa Hirata. Crédito da fotografia: Nacása & Partners Inc. Cortesia MOMA, The Museum of Modern Art, Nova Iorque

Akihisa Hirata

Foam Form, Kaohsiung, Taiwan. Project. 2011. Akihisa Hirata Crédito da fotografia: Akihisa Hirata Architecture Office and Kuramochi + Oguma. Cortesia MOMA, The Museum of Modern Art, Nova Iorque.

Junya Ishigami

Kanagawa Institute of Technology Workshop, Kanagawa, Japão. 2005/08. Junya Ishigami. Crédito da fotografia: Junya.Ishigami + Associates. Cortesia MOMA, The Museum of Modern Art, Nova Iorque.

Junya Ishigami

Kanagawa Institute of Technology Workshop, Kanagawa, Japão. 2005/08. Junya Ishigami. Crédito da fotografia: Junya Ishigami + Associates.

Minimalistas, audazes e originais é assim que se pode definir as obras dos arquitectos Japoneses contemporâneos. Dentro desse espírito, apresentamos uma série de figuras muito importantes da arquitectura de vanguarda do Japão.

Nesta série de autores destaca-se a carreira de Ito e a sua influência como um mentor de uma nova geração de arquitectos de renome internacional, incluindo Kazuyo Sejima, Ryue Nishizawa, Sou Fujimoto, Akihisa Hirata, e Junya Ishigami.

 

Expomos um levantamento da produção arquitectónica desde 2000, e revelamos uma rede de influências e a polinização cruzada, que se tornou particularmente relevante no início do século XXI. Partindo de uma das obras fundamentais de Ito, a Sendai Mediatheque, concluída em 2001, assim como o Museu do Século XXI de Arte Contemporânea de SANAA.

A arquitectura japonesa foi compartilhada através de diversas gerações de arquitectos, criando assim uma forte identidade para uma prática regional com impacto global.

Muitos dos projectistas que destacamos estiveram envolvidos na reconstrução do Japão depois do terremoto de 2011. A sua obra também salienta a forma como o campo da arquitectura tem respondido à mudança da sociedade actual com uma combinação de posições estéticas fortes e um compromisso com os utilizadores e as suas necessidades emocionais.

Dado o carácter experimental e de avant-garde do trabalho destes autores, os seus projectos salientam o papel actual da arquitectura japonesa num contexto em que as práticas tradicionais estão cada vez mais limitadas por considerações económicas, legais e funcionais.

Primeiro apresentamos uma visão geral da carreira de Ito e a sua influência como um mentor de uma nova geração de arquitectos japoneses e depois destacamos os trabalhos produzidos após o ano 2000 pelas três gerações de arquitectos de renome internacional.

 

Toyo ito

Toyo ito é um arquitecto japonês, que nasceu em 1941 e é conhecido por criar uma obra arquitectónica conceptual, em que ele procura simultaneamente expressar os mundos físico e virtual. Ito é um dos maiores expoentes da arquitectura que aborda a noção contemporânea de uma cidade "simulada", e é conhecido, como "um dos arquitectos mais inovadores e influentes do mundo."

Em 2013, Ito foi premiado com o Prémio Pritzker, um dos mais prestigiados galardões da arquitetura. O júri homenageou este autor pela sua carreira de mais de quatro décadas, no qual ele criou uma arquitectura que "projecta um ar de optimismo, leveza e alegria ... infundido num sentimento de unicidade e universalidade."

O trabalho de Ito cria fluidez entre a natureza e a Humanidade. Quando as pessoas entram, no seu o Estádio Principal dos Jogos Mundiais de 2009 totalmente movido a energia solar em Kaohsiung, Taiwan, o mestre pretende que as pessoas sejam capazes de sentir o vento e sentir o ar.

Toyo Ito também trabalhou na Universidade de Columbia e na Universidade do Norte de Londres, sendo considerado um professor notável.

 

Kazuyo Sejima

Kazuyo Sejima nasceu em 1956 em Mito, na região de Ibaraki. Estudou na Universidade Feminina do Japão. Primeiro começou a trabalhar na empresa Toyo Ito Architects & Associates (1981/1987) e depois tornou-se arquitecta independente.Fundou a SANAA (Sejima e Nishizawa And Associates) em 1995 com Ryue Nishizawa, que ainda é um dos principais sócios e colaboradores da empresa.

Sejima ensina na Universidade de Keio e também é professora convidada na GSD em Harvard, e no ETH em Zurique. Professora convidada na Universidade de Ciências de Tóquio, no Instituto Tecnológico de Tóquio e na Universidade Feminina do Japão, Sejima concluiu aí o mestrado em 1981 colaborando a partir dessa data e até 1987 com Toyo Ito.
A carreira arquitectónica de Sejima começou a ter êxito com as casas de Plataforma I, II (1988, 1990), mas a partir de 1991 a sua arquitectura foi reconhecida, principalmente com o projecto do Dormitório de Mulheres de Saishunkan Seiyaku, uma unidade de acomodação colectiva para jovens empregadas.

Em 1992 recebeu o prémio da Jovem Arquitecta do Ano, da Ordem dos Arquitectos Japoneses.

Nos meados dos anos 90, a arquitecta teve várias encomendas para edifícios públicos, destacando-se o complexo de apartamentos de Gifu Kitagata (1998, 2000), entretanto este projecto proporcionou-lhe que ela deixasse de realizar pequenas habitações, mostrando uma tendência para grandes edifícios. Em 1994, o sucesso do 21st Century Museum of Contemporary Art em Kanazawa, muito elogiado especialmente pela sua fácil acessibilidade e a originalidade da disposição dos edifícios, através deste museu ganhou o reconhecimento internacional. Ao mesmo tempo, procurou novas experiências, criando fachadas urbanas com marcas de grande prestígio, como o seu projecto para a loja do Christian Dior em Tóquio (2003). Em 2005, Sejima e Nishizawa ganharam o concurso internacional para o Museu do Louvre em Lens.

O New Museum of Contemporary Art, em Nova Iorque foi inaugurado, em 2007, sendo um edifício urbano no centro de Manhattan.

O New Museum é o produto de uma visão ousada para estabelecer um centro radical e politizado de arte contemporânea na cidade de Nova Iorque. Para estabelecer uma presença visual e atingir um público mais amplo, em 2003, o escritório japonês de arquitetura SANAfA foi contratado para projectar este museu. A estrutura resultante, é uma pilha de caixas retilíneas que se erguem sobre Bowery street, seria o primeiro e, até agora, o único museu de arte contemporânea construído propositadamente em Nova Iorque. O edifício Dior é uma caixa em forma de trapézio no centro da moda de Tóquio, Avenida Omotesando, projectada pela prática japonesa SANAA (Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa). Para responder aos rígidos códigos de construção de Tóquio - o edifício não pode ter mais de 30 metros - e para maximizar o espaço, os arquitectos projectaram o edifício com pisos de alturas variáveis. Pisos de lojas foram alternados com espaços utilitários. As paredes externas foram realizadas em vidro. Esta é a peça-chave do edifício. A película externa limpa e quadrada de vidro transparente cobre uma segunda película interna, de acrílico translúcido. Isso dá à fachada externa formas mais suaves e fornece uma tela em branco brilhante para épocas sazonais.

 

Ryue Nishizawa

Ryue Nishizawa nasceu em Tóquio em 1966, Ryue obteve o mestrado na Universidade Nacional de Yokohama em 1990. Primeiro trabalhou para Kazuyo Sejima & Associates, antes de criar o escritório de SANAA em 1995 com Kazuyo Sejima, e o Escritório Ryue Nishizawa em 1997. O seu primeiro trabalho como arquitecto independente foi realizado em 1998 com uma moradia de fins semana, situada num local isolado para a época de Verão em Karuizawa. Ryue Nishizawa, também projectou a Casa Moriyama (2005), um trabalho complexo não só pela situação, que ficava no centro da capital, mas também pelo seu envolvimento num conjunto de blocos de apartamentos, mas ainda por causa das condições que estipulam a coabitação de várias famílias. O seu método, também tinha sido colocado em teste neste projecto, Ryue esforçou-se para ser diligente e lógico, como foi apresentado pelo tratamento específico das aberturas, e a atribuição de uma hierarquia para os espaços. Actualmente Nishizawa no atelier da SANAA, está mais dedicado e quase exclusivamente aos concursos internacionais como também aos edifícios públicos, como o recente 21st Century Museum of Contemporary Art Kanazawa. Ryue também ensina como um professor associado na Universidade Nacional de Yokohama e na Universidade de Nihon.

 

Sou Fujimoto

Sou Fujimoto é um arquitecto japonês, que nasceu em 1971 e formou-se em arquitectura na faculdade de engenharia da Universidade de Tóquio, em 1994. No final do curso, depois de recusar-se para uma das maiores empresas de arquitectura, decidiu realizar pequenas obras, dando um carácter muito pessoal aos seus projectos. Fundou o seu próprio atelier Sou Fujimoto Architects em Tóquio no ano 2000.

O trabalho do arquitecto japonês Sou Fujimoto, foi largamente premiado e reconhecido internacionalmente, introduz um nível de complexidade diferente de qualquer concepção instituída.

Com um entendimento único do espaço, o seu pensamento arquitectónico é informado pela cultura espacial japonesa, pela cidade de Tóquio, pela história da arquitectura e do Universo. É uma arquitectura que resulta de um processo incessante de pesquisa que, atravessando o tempo e espaço, questiona ambiguidades, explora contingências, procurando um espaço relacional, um território “entre” sempre com uma liberdade intelectual e formal radicalmente desarmante. É esta a arquitectura do futuro primitivo que Sou propõe.

 

Akihisa Hirata

Akihisa Hirata nasceu em 1971 é um conceituado arquitecto japonês, que vive em Tóquio realiza projectos no Japão e no exterior. Na sequência dos estudos na Universidade de Kyoto Graduate School, Hirata trabalhou para o arquitecto Toyo Ito & Associates (1997/2005), antes de criar Akihisa Hirata Escritório de Arquitectura (2005). Realizou edifícios comerciais, habitações e casas individuais no Japão, entre as distinções que obteve, destacam-se o SD Review Asakura Award (2004), o Japan Institute of Architects New Face Award (2008 e o ELLE DECO Young Japanese Design Talent (2009). As suas publicações incluem, o INAX Contemporary Architect Concept Series 8: Akihisa Hirata – Tangling (2011).

Em 2011 criou o célebre Bloomberg Pavilion para o Museum of Contemporary Art, em Tóquio. Hirata expôs no Art Basel, Taka Ishii Gallery (Tóquio), no Milano Salone e no Yokohama Triennale. Hirata, criou ao lado de Kumiko Inui, Sou Fujimoto e Naoya Hatakeyama, o Pavilhão Japonês na 13ª Bienal de Veneza, com curadoria de Toyo Ito, este evento foi premiado com o Leão de Ouro do melhor pavilhão nacional.

 

Jun'ya Ishigami

É um arquitecto japonês, que nasceu em Kanagawa em 1974. Aquiriu o seu mestrado em arquitectura e urbanismo no Tokyo National University of Fine Arts and Music, em 2000. Ishigami trabalhou com Kazuyo Sejima 2000/2004 na empresa SANAA, antes de estabelecer a sua própria empresa em 2004 junya.ishigami+associates. Ishigami apresentou o seu trabalho no pavilhão japonês na 11ª Veneza Bienal de Arquitetura em 2008; e foi o arquitecto mais novo a receber o prémio do Architectural Institute of Japan Prize pela Kanagawa Institute of Technology KAIT Workshop em 2009. Em 2010 Ishigami ganhou o Leão de Ouro pelo Melhor Projecto na 12ª Bienal de Arquitectura de Veneza, e no mesmo ano tornou-se Professor Associado na Universidade Tohoku, no Japão. Em 2014 foi o Critic Kenzo Tange Design na Harvard Graduate School of Design nos EUA.

 

As recentes aproximações estéticas e soluções técnicas desenvolvidas por estes autores, que os colocam na vanguarda do campo da arquitectura internacional.

O trabalho de Ito, Sejima, Nishizawa, Akihisa Hirata, Sou Fujimoto e Jun'ya Ishigami, oferece uma amplitude de obras e de actividades extremamente dinâmicas, e uma visão de um mundo completamente diferente do circuito arquitectónico convencional.

As obras destes autores realizadas nos últimos anos e a concepção dos vários edifícios realizados são a mostra de talentos que revolucionaram a forma dos espaços e lançaram a arquitectura, os materiais e as novas tecnologias até limites inimagináveis. A verdade acerca dos projectos de Ito, Sejima, Nishizawa, Akihisa Hirata, Sou Fujimoto e Jun'ya Ishigami encontram-se entre estes dois extremos: a teoria e a prática, o virtual e o real, a visão e a construção.

Os arquitectos japoneses são um exemplo de uma geração nova de projectistas, que procuram métodos novos para um local de arquitectura específica, questionando conceitos estabelecidos como transparência e planos abertos. Eles frequentemente usam grandes aberturas vítreas, que dissolvem os limites entre o interior e o exterior.

Actualmente, a ebulição construtiva é tal, que estes autores japoneses têm uma série de projectos em curso, em vários pontos do Mundo. Entre os trabalhos mais recentes são: 21st Century Museum of Contemporary Art Kanazawa, Japão, 1999/2004; Nishinoyama House, Quioto, em 2010/2014; um edifício para a Zollverein School Management and Design em Essen, Alemanha foi o primeiro edifício novo a ser construído no centro histórico desta região de minas de carvão declarado património mundial pela UNESCO em 2001e o De Kunstlinie, um centro de cultura e teatro, em Almere. Actualmente os ateliers de arquitectura mais importantes do Japão vêm a projectar obras tão singulares, como projectos, o Teshima Art Museum, Kagawa e o Towada Art Center, Aomori todos no Japão, que são considerados os edifícios mais importantes de expor arte contemporânea dos últimos tempos.

As concepções arquitectónicas destes mestres japoneses são frequentemente denominadas, como minimalistas e os seus trabalhos evidenciam as suas capacidades para lidar com as características de cada espaço urbano, expandindo e intensificando as relações com a paisagem existente, procurando atingir uma estética de carácter visionário.

 

Theresa Bêco de Lobo