Blusas do século XXI De ponto em branco

Andrew Gn

Andrew Gn

Balmain

Balmain

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Chanel

Chanel

Chanel

Chanel

Chanel

Chloe

Chloe

Elie Saab

Givenchy

Hermes

Mame Kurogouchi

Mugler

Paul N Joe

Ryan Roche

Sacai

As blusas, parentes próximas das “matinées de outrora, vestuário “negligé” que as senhoras usavam de manhã em casa e como penteadores, têm evoluído com o decorrer dos tempos, o que é absolutamente natural. 

Com efeito, as blusinhas de saída até ao campo ou à praia que as mulheres de vários estratos sociais e idades vestiam com saias compridas foram-se adaptando aos novos conceitos estéticos e já nem sequer existem as costureiras que as confeccionavam.

Na actualidade, tudo é mais prático, mais alegre e atraente.

As blusas camiseiros que surgiram nos Anos 50 do séc. XX, ainda têm adeptas, o mesmo acontecendo com os modelos que se lhe seguiram como as laçadas ditas à “Lavalière”, afinal o mesmo que dizer peças de vestuário “roubadas” ao guarda roupa masculino.

Mas, os Anos 50 também foram, na ânsia , da libertação feminina, aqueles que viram surgir as blusas à cava e os decotes mais pronunciados.

É evidente que a evolução das blusas dos Anos 50 até à actualidade, é de tal modo infinita que não vamos aqui falar sobre ela. Citaremos, sem dúvida, os “tops” - uma novidade dos Anos 80 do séc. XX que perduram até hoje volvidas duas décadas do séc. XXI.

Como  está longe a época em que a blusa era uma peça que descia abaixo da cintura, em tecidos pobres, usada apenas por camponesas e que hoje já se insere no traje popular!

Recuando num passado distante, chegamos aos tempos de François Ier, no tempo em que as blusas se chamavam “vasquinhas”, afinal umas antepassadas dos “corsets” (peça interior) que se exibia nas festas e nos salões. Quem diria?! O seu feitio, pode descrever-se como um corpo ajustado, decotado e sem mangas.

No quadro “As Meninas” de Velasquez, as vaquinhas já se usavam mais largas, mas igualmente executadas com o objectivo de segurar os “vertugadins”, talhados em redondo.

Na minha geração e nas que me antecederam e as que me continuam, não existe o tormento das barbas de baleia ou de aço par apertar o corpo.

Com efeito, a moda escreve-se com a palavra “Liberdade” !

Hoje, a Moda & Moda que se preza muito de acompanhar o que de melhor existe no mundo da costura tem muito gosto em apresentar uma seleção  de blusas brancas com mangas volumosas, laçadas, folhos à Lavalière no decote e nos punhos das mangas,  com gola e bandas, com decotes em bico guarnecido com plumas, folhos, rendas e bordados no corpo. Sempre de ponto em branco.

 

Marionela Gusmão

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